O que eles estão falando da Igreja

LIVRO-O-que-eles-estão-falando-da-igrejaEm 03 de dezembro de 2010, o auditório João Calvino, nas dependências da Universidade Presbiteriana Mackenzie, foi palco do lançamento do livro “O que eles estão falando da Igreja” publicado pela Fonte Editorial. O livro  é uma coletânea de artigos acerca da Igreja. Organizado pelo teólogo e pastor presbiteriano Ricardo Quadros Gouvêa, tem como colaboradores em cada capítulo os teólogos Alessandro Rocha, Jorge Pinheiro, Paulo Brabo, Ricardo Gondim e Willian de Melo. Ricardo Quadro Gouvêa assina dois capítulos, dentre eles destaque na visão deste blogueiro, do último capítulo: “Missão Integral: Um Convite à Reflexão”, o texto já havia sido apresentado ao público nas reuniões da Fraternidade Teológica Latino Americana nos encontros do Núcleo São Paulo em fevereiro de 2010 e no Núcleo Campinas em maio deste mesmo ano, ambos podem ser acessados aqui e aqui e agora compõe um dos capítulos do excelente livro. 

Abaixo algumas fotos que realizei no evento.

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Ricardo Quadros Gouvêa, organizador do livro.
Ricardo Quadros Gouvêa, organizador do livro.
Auditório João Calvino na Universidade Presbiteriana Mackenzie esteve com capacidade máxima de interessados em ouvir os autores do livro.
Auditório João Calvino na Universidade Presbiteriana Mackenzie esteve com capacidade máxima de interessados em ouvir os autores do livro.
Ricardo Gondim, autor de um dos capítulos do livro fala acerca da Igreja.
Ricardo Gondim, autor de um dos capítulos do livro fala acerca da Igreja.

Leia Mais: Missão Integral: Um Convite a Reflexão 

 

Missão Integral – Lançamento de Ricardo Gondim

Ricardo Gondim lança em livro sua dissertação de mestrado: Missão Integral em busca de uma identidade evangélica

No dia 27 de novembro do calendário de 2009, aconteceu o lançamento do livro “Missão Integral – em busca de uma identidade evangélica” (editora Fonte Editorial). A obra segundo me informou seu autor, Ricardo Gondim, é 100% o conteúdo de sua dissertação de mestrado, sem acrescentar ou diminuir um til. O lançamento ocorreu na livraria Saraiva do Morumbi Shopping (mesmo local em que Caio Fabio lançou seu livro Sem Barganhas em dezembro de 2005).

A Obra de Gondim apresenta um processo histórico da chamada Missão Integral, e suas conseqüências para os dias atuais, sua caminhada desde antes do Pacto de Lausanne em 1974, passando pelos teólogos latino-americanos e seus principais nomes da difusão da teologia “pé no chão”. Gondim que participou desta caminhada nas últimas décadas apresenta seu olhar sobre o tema. A Grande tensão do Congresso Mundial de Evangelização de Lausanne (que teve como redator do pacto John Stott) era manejar uma faca de dois gumes, no caso evangelização e ação social. Qual teria que ser a primazia? Para quem quer conhecer a história deste movimento, vale a pena ler o livro. O movimento houve um esvaziamento segundo o autor no início da década de 80. Saiba os motivos que geraram e os debates teológicos e sociais em volta do tema.

O leitor entenderá os motivos porque René Padilha, um dos expoentes do movimento da Missão Integral na América Latina optou por não comparecer ao II Congresso de Evangelização realizado em 1989 em Manila nas Filipinas. Entenderá que as organizações Billy Graham que convocaram e organizaram o Congresso de Lausanne em 1974, que segundo a revista Time foi possivelmente a reunião mais global realizada pelos cristãos por sua amplitude e números e alcance, foram 2.473 “participantes”, cerca de mil observadores de 150 países e 135 denominações protestantes, que foi um Congresso que marcou uma geração, entretanto Gondim denuncia que seu organizador em sua autobiografia publicada originalmente nos Estados unidos em 1997, Billy Graham não cita nem uma vez sequer o Congresso de Lausanne, enquanto gastou vinte e quatro páginas para descrever seu relacionamento com Richard Nixon e seus cafés da manhã na Casa Branca.

No livro o leitor encontrará histórias e opiniões de diversos nomes envolvidos com a Missão Integral na América Latina como René Padilha, Samuel Escobar, Orlando Costas entre outros e ativistas do movimento em solo brasileiro, principalmente nomes da primeira geração pós Lausanne 1974, como Valdir Steuernagel, Robinson Cavalcante, Caio Fabio, Darci Dusileck, Luiz Longuini Neto, Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Ziel Machado entre outros.

Além de saber sobre os CLADES – (Congressos Latino-Americanos de Evangelização) e os CBEs (Congressos Brasileiros de Evangelização) CBE I e II, 1983 e 2003 e a FTL (Fraternidade Teológica Latino Americana) e suas importâncias para o movimento na América Latina e as diversas organizações paraeclesiásticas que se engajaram e se comprometeram com a causa de Cristo através da Missão Integral.

Para mim que estou tentando me aprofundar no tema, foi uma sensacional aula de história e opiniões diversas para entender sobre o movimento, aliás, falando em aprofundamento, aguardemos a tese de doutorado de Gondim que promete continuar tratando mais afundo com o tema.

O Livro é dividido em 3 capítulos com diversos sub-temas; Capítulo 1 – Missão Integral e Identidade Evangélica; Capítulo 2 – A Missão Integral, Expectativa e Frustração e por fim o Capítulo 3 – Missão Integral: A difícil tarefa de Equilibrar Evangelização e Responsabilidade Social. A Obra tem 185 páginas e vale a pena ser lida na íntegra, inclusive as mais de 100 notas de rodapé.

Além do lançamento do livro no Morumbi Shopping, Gondim participou de uma manhã de autógrafos de seus livros na rua Conde de Sarzedas no dia 04 de dezembro na livraria Lírio dos Vales onde foi realizada a última foto deste post.

Para finalizar esta matéria, vale ressaltar que o prefácio do livro é escrito pelo orientador de Gondim, o católico Jung Mo Sung, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo.

Livraria Saraiva do Morumbi Shopping foi palco do lançamento da obra
Gondim realiza manhã de autografo na rua Conde de Sarzedas em 4 de dezembro

Fotos e texto: Alex Fajardo

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Aluno Ricardo Gondim aprovado

Gondim realizando sua defesa da dissertação de mestrado
Gondim realizando sua defesa da dissertação de mestrado

Paulo Freire afirmou que: “Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendemos sempre”. Nesse espírito de busca de conhecimento, depois de dois anos de estudos no programa de pós-graduação em Ciências da Religião na Universidade Metodista em São Bernardo do Campo, Ricardo Gondim realiza a defesa de sua dissertação de mestrado. A Defesa ocorreu no auditório do edifício Capa no campus da universidave. O Curso de Ciências da Religião da Metodista esta avaliado entre os melhores cursos da área pela Capes, inclusive aprovando o curso na categoria de excelência internacional acadêmica.

A temática trabalhada por Gondim foi: A Teologia da missão integral: Aproximações e impedimentos entre evangélicos e evangelicais. Durante duas horas amigos e simpatizantes que compareceram ao evento assistiram a defesa e as argüições realizadas pelos membros da banca examinadora que foi composta pelos doutores Ricardo Quadros Gouveia (Mackenzie) e Lauri Emilio Wirth (Metodista). Dirigindo a banca examinadora estava o coordenador do curso na Metodista, prof. Dr. Jung Mo Sung.

Ricardo Gondim foi aprovado com louvor pela banca examinadora. Ao final houve uma recepção e comemoração com os presentes. Segue algumas fotos que realizei nesse importante passo na carreira acadêmica de Gondim.

Tema do mestrado: A Teologia da missão integral: Aproximações e impedimentos entre evangélicos e evangelicais
Tema do mestrado: A Teologia da missão integral: Aproximações e impedimentos entre evangélicos e evangelicais
Atento a arguição e anotações de  Gouvêa
Gondim atento a arguição e impressões de Ricardo Gouvêa
Assinando a conclusão final: aprovado com louvor
Assinando a conclusão final: aprovado com louvor
Comemoração: Alegria é a luz que preenche com esperança, fé e amor
Comemoração: Alegria é a luz que preenche a vida com esperança, fé e amor

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Salvos da perfeição

Neste domingo, 05 de julho ocorreu na igreja Betesda o lançamento do livro “Salvos da perfeição, pela editora Ultimato de Elienai Cabral Jr. Cerca de 1.500 pessoas participaram do encontro, onde o livro foi apresentado pelo pastor Ricardo Gondim. Elienai Jr. e teólogo e filosofo, pastor dirigente da igreja Betesda no Tatuapé .

A apresentação do livro diz: “Não é difícil perceber, entre cristãos, um jeito “angelical” de ser. Em nome de Deus insinuamos um ideal de santidade e nos impomos uma agenda “divina”: uma vida sem contradições, dúvidas, aflições. E, pior, sem pequenos prazeres, sem alegrias banais.”

Em um dos testemunhais do livro, Ed René Kivitz escreve que: “Sempre acreditei que a teologia não está pronta. É preciso fazer teologia — com os pés no chão, no meio das gentes, nas ruas das cidades, sem perder de vista as aves do céu e os lírios do campo. Elienai Junior é assim: a busca por Deus exige sua teologia, a piedade inspira sua reflexão e o coração puro faz leve sua palavra.”

Estive realizando algumas fotos do evento e já quero iniciar a leitura do livro essa semana mesmo.

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Ricardo Gondim faz a leitura de um trecho do livro antes da apresentação

 

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Elienai Jr. realiza sessão de autógrafos no livro na igreja Betesda sede

 

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Cerca de 1.500 pessoas participaram do culto que foi realizado o lançamento do livro na igreja Betesda

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Crueza histórica

gaza

Os americanos usam uma expressão tosca quando querem acabar com o lero-lero, “let´s cut the crap”. No português um pouco menos tosco seria alguma coisa como, “vamos parar com o papo furado”.

O Natal mal terminou, qualquer aura sentimentalóide esvaneceu, e o jogo bruto da história já se impõe. As notícias do dia 27 de dezembro mostram como será o novo ano. Israel bombardeou a miserável Faixa de Gaza, e mais de 120 estão mortos. Mães desesperadas procuram entre os escombros o que restou do corpo dos filhos – bombas não escolhem alvos, matam indiscriminadamente!

A complicada equação da geo-política palestina ainda contém o elemento religioso. E para minha vergonha, a tradição evangélica, da qual fiz parte, legitima o direito de expulsar, matar, dizimar os palestinos, baseando-se na posse da terra que Deus deu a Abraão há milênios. Mas diante da carnificina mundial, o que são 120 palestinos mortos? No mesmo dia, talvez o dobro morra em Darfur, Congo e Zimbábue.

A história sempre foi crua. Só no século XX, turcos trucidaram armênios; russos exterminaram milhões de russos; a Europa se afogou em sangue na I Guerra Mundial; os nazistas aperfeiçoaram técnicas de extermínio em massa; americanos jogaram duas bombas atômicas sobre a população do Japão; a Guerra Civil espanhola foi horrorosa; chineses impuseram o comunismo na base da força bruta; Vietnam, Camboja e Laos tiveram seus holocaustos; ditadores latino-americanos torturaram, assassinaram e mutilaram indiscriminadamente; em Ruanda, bastaram 45 dias para oitocentos mil serem dizimados com facão e machado.

Luzes natalinas, fogos de artifício no Réveillon e as apoteóticas aberturas olímpicas não passam de andrajos rotos, que tentam disfarçar a lepra da nossa História. Somos lobos ferozes. Criamos lógicas que legitimam a morte de inocentes – danos colaterais para o bem maior da humanidade? – invocamos deus para abençoar a nossa maldade. Escrevemos teologia para explicar a nossa sina. Mas somos piores que os chacais, predadores que espreitam mesmo quando não têm fome.

As bombas que caíram sobre Gaza me deixaram com o mesmo gosto amargo que o Tsunami há alguns anos. Aliás, let´s cut the crap, esse papo de ano novo é pura balela pra boi dormir.

Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim

(Duas horas depois, o número de mortos chegou a 205. Quatro horas depois, 220 mortos. No dia segiunte, mais de 300 mortos – 150 crianças.  A carnificina continua 36 horas depois, 350 mortos. Aguardemos as más notícias.)

Debate na IBAB

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Ed René Kivitz iniciando o evento com uma oração. Na mesa
Jung Mo Sung, Sérgio Pavarini e Ricardo Gondim

Ocorreu nessa última quinta-feira o lançamento do livro “Se Deus existe, porque há pobreza” escrito pelo católico Jung Mo Sung, doutor em ciências da religião e professor de pós-graduação do mesmo curso na Universidade Metodista de São Paulo. O evento aconteceu na IBAB – Igreja Batista da Água Branca, um debate mediado pelo blogueiro e jornalista Sérgio Pavarini, ocorreu para refletir sobre o tema do livro, na mesa, além do escritor do livro estava Ed René Kivitz e Ricardo Gondim. Cerca de 600 pessoas ouviram as reflexões sobre o tema e suas variantes teológicas.  Quem esteve presente também pode aproveitar e participar da campanha de Natal Presente que serve, realizado pela igreja para auxiliar e apoiar cerca de 30 Ong’s e projetos sociais.

 

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Jung Mo Sung argumentando: amor de Deus combina com liberdade 

 

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CoNviTe

Convite para você, dia 27 de novembro (quinta-feira) na IBAB – Igreja Batista da Água Branca, lançamento do livro do prof. Jung Mo Sung. Na mesa discutindo o assunto estará Ed René Kivitz, Ricardo Gondim, Ariovaldo Ramos e o próprio Jung; a mediação do bate-papo será realizada pelo blogueiro Sérgio Pavarini.

 

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Os mansos herdarão a terra

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Resisti ao fuso horário e na madrugada do dia 5 de novembro de 2008, sem um pingo de sono, acompanhei a vitória de Barack Obama. Chorei emocionado. Eu era cidadão do mundo, por isso vibrei como se festejasse uma final de Copa do Mundo. Senti-me irmão de todas as nações, tribos e povos que celebraram o exato momento em que terminou a votação na costa do Pacífico e as redes de televisão declararam a vitória de Obama.

Engasguei quando vi Jesse Jackson, o amigo que abraçou Martin Luther King Junior antes de sua morte, com os olhos encharcados de lágrimas.  Como um raio, lembrei-me de 3 de abril de 1968, na véspera do seu assassinato, Martin Luther King pregou como um profeta:

“Bem, agora não sei o que me acontecerá. Teremos alguns dias muito difíceis pela frente. Não tem importância para mim agora, porque eu já estive no topo da montanha. Não me importo. Como qualquer um, eu gostaria de ter vida longa. Longevidade tem o seu lugar. Mas não estou preocupado com isso agora. Eu só quero fazer a vontade de Deus. E ele tem me deixado ir ao topo da montanha, já posso enxergá-la; eu já vi a terra prometida. Talvez não chegue lá com vocês. Mas quero que saibam hoje à noite, que nós, como povo alcançaremos a terra prometida. Estou feliz nesta noite. Não estou preocupado com nada. Não estou com medo de nenhum homem. Meus olhos já viram a glória da vinda do Senhor.”

A eleição de Obama cumpriu esta profecia. Equivale, na história, ao dia em que Nelson Mandela foi libertado na África do Sul. Portanto, a festa não é só estadunidense, mas de todos os que amam a liberdade. As gerações futuras mencionarão o dia 4 de novembro de 2008 com orgulho. Será o dia em que foram curados os vergões deixados pelo chicote da escravatura; quando intolerância e preconceito perderam força; o dia em que as escravas trocaram seu lamento pelo riso; dia em que os negros puderam andar de cabeça erguida, sem se sentirem diminuídos pelo ódio racial; dia em que caiu por terra a antiga e estúpida teologia que ligava a maldição de Cã, filho de Noé, aos afro-descendentes.

Enquanto pregava em uma igreja pentecostal no sul dos Estados Unidos, acompanhei o pastor numa visita a um senhor, membro de sua comunidade que havia sido hospitalizado. Na enfermaria, o pastor comentou que notara sua ausência e perguntou se ele tinha algum motivo para faltar aos cultos. O doente respondeu que não retornaria enquanto negros continuassem freqüentando as reuniões. “Mas, eles também são filhos de Deus”, retrucou o pastor. “Não, os negros não são filhos de Deus porque nenhum deles tem alma”, respondeu o pobre homem. Envergonhado, meu amigo abreviou a visita; no trajeto de volta não trocamos nenhuma palavra.

A Ku Klux Klan não prevaleceu. Rosa Parks, a costureira que teimou em não ceder o lugar no ônibus para um branco no Alabama, sorri de alegria. Fez-se justiça a Medgar Evers, covardemente assassinado no Mississipi. Mais uma vez venceu o bem na longa, oblíqua e muitas vezes esburacada, estrada da humanidade. Jesus Cristo tinha razão: “os mansos herdarão a terra”.

Godspeed, Barack Hussein Obama!

Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim

Direto da Bienal – Debate Mundo Cristão (02)

Aconteceu ontem à noite (22 de agosto) na Bienal o 2º debate realizado pela editora Mundo Cristão, o tema era Fé e Descrença, título do livro da autora Ruth Tucker. Mediado pelo jornalista Sérgio Pavarini, as falas foram pela ordem de apresentação, sendo pastor Ricardo Gondim, teólogo católico dr. Jung Mo Sung da Universidade Metodista e o filósofo Luiz Felipe Pondé da PUC. Cerca de 200 pessoas estão presentes no auditório, o evento foi transmitido ao vivo com áudio e imagem pelo site da editora Mundo Cristão, além de diversos blogueiros que realizaram a cobertura do debate.

 

Segue fotos que realizei ontem no evento, com frases dita pelos debatedores.

 

Bastidores [off]: Debatedores e mediador antes do início do evento

 

 

Dr. Jung Mo Sung explanou sua idéia acerca do tema, lançando frases do tipo: “Quem não tem dúvida, não sabe o que é ter fé”. “Cristianismo não é religião do mistério”. “Fé tem a ver com prática e não com cognição”

 

Filósofo Luiz Felipe Pondé da PUC iniciou seu debate apresentando suas credenciais de ateu afirmando: “Eu sou filósofo, Não sou cristão, não tenho problemas de fé nem problemas de dúvidas” a certa altura de sua fala afirmou: “Deus é o melhor conceito que a filosofia já criou”.

  

Sérgio Pavarini mediando o debate, e ao mesmo tempo online de seu Pavilion HP atualizando o Twitter com frases lançadas pelo debatedores. No início do debate sentado a mesa com um pastor, um católico e um ateu, Pavarini pediu a proteção de Jeová, Maria e Marx !!

 

Filosófo Luiz Felipe Pondé continua em sua argumentação: “O Deus de Israel não gosta de covardes e nisso a concordância com Nietzsche”. “A teologia moderna e contemporânea acabam ajudando a um certo ateísmo, sem perceber que o faça, para eu me preocupar com o bem eu não preciso ser religioso para eu me preocupar com a justiça, eu não preciso acreditar ou ter fé em Deus”.

 

 

Ao encerrar o evento, Ricardo Gondim concede uma entrevista a equipe do programa Zona da Reforma. Gondim que em sua fala no debate citou Rubem Alves sobre o conceito do protestantismo da reta doutrina. Toda a fala de Gondim poderá ser lida em seu site.