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Desmitificando Paulo Brabo e sua Bacia das Almas

A Bacia das Almas o livro: lançamento em São Paulo

Brabo não tirou as sandálias

Paulo Brabo se deixou corromper pelo sistema capitalista/calvinista/neoliberal e abriu os braços para os confetes que voaram em sua direção, abandonou o monastério e incorporou a celebridade efêmera deste mundo. A quem diga que desde o primeiro livro lançado esse ano, Brabo já tinha vendido a alma ao enganador. Aliás, cá entre nós, quem em sã consciência realiza o lançamento de dois livros em um espaço menor que quatro meses?

Quem esteve presente pode ver o mocinho virar bandido, o palco desta tragicomédia foi o auditório da livraria Cultura no shopping Market Place na cidade de São Paulo.

Para quem ainda não esta entendendo a gravidade do assunto, Paulo Brabo que vive no monastério de São Brabo nos arredores de Curitiba, transmite seus escritos pelo site Bacia das almas que tem por lema “Onde as idéias não descansam”, bandeira esta que foi traída, pois as ditas idéias agora descansam em paz em um livro de 336 páginas lançado pela editora Mundo Cristão cujo título é A Bacia das Almas. Desrespeitando seus princípios, a ousadia ultrapassou limites, pois Brabo não se absteve em utilizar técnicas de puro marketing e grifa no sub-título do livro: Confissões de um ex-dependente de igreja. Pronto !! Só neste ato impensado, Paulo Brabo perde pelo menos 50% dos poucos leitores simpatizantes que tinha conseguido arregimentar nesses últimos anos em seu site.

A Confirmação disso tudo pode ser constatada na quantidade de público no local do evento. Lotação total da casa. A Conclusão lógica disso é que a derrocada de alguém sempre trouxe ibope, ainda mais no meio cristão. Aliás, sua estrela começou a apagar quando entrou no palco e ignorando o mandamento divino de tirar às sandálias (seguidos pelo profeta Móises) Paulo Brabo em nenhum momento as retirou de seus pés, mostrando falta de respeito para com todos e tudo.

O Público presente era de todas as tribos, passando rapidamente os olhos pela platéia podia se observar a diversidade da galera, indo desde rev. Sandro Baggio do Projeto 242, passando por Alex Dias Ribeiro ex-corredor da Fórmula 1 e indo para os jovens da igreja Presbiteriana Seoul Coreana do Brasil, apenas para citar alguns exemplos.

O evento ocorreu em forma de um debate sobre as idéias de Paulo Brabo, incumbido de mediar o tom das acusações estava Ed René Kivitz representando o clero. Representando a academia estavam Lourenço Stelio Rega, mestre em teologia, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo e o professor doutor Jung Mo Sung, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo.

Kivitz não se conteve em apenas mediar o debate e logo no início manda uma direta para o autor; quer saber qual igreja Paulo Brabo se diz ex-dependente? Brabo por sua vez constrói uma resposta que segundo ele é óbvio demais e diz ser todas pertencente a esse sistema religioso que existe hoje, e apelando para o uso de técnicas de argumentação contra-ataca Kivitz perguntando se ele é dependente da igreja? Kivitz responde que não e inverte a pergunta rapidamente, indagando que mal terrível haveria em ser um dependente de igreja?  …… Ávidos leitores a partir deste momento, não poderei continuar narrando o ocorrido por forças contratuais. (ou você acha que apenas o Brabo se vendeu ao sistema capitalista existente hoje?)

Por último vale registrar que o conteúdo do livro não esta todo no site  Bacia das Almas, pois senão seria um tiro no pé dado pela editora junto com o autor. O livro tem um capitulo inédito que o leitor não encontra na internet, com o polêmico título: Os Livros não mudam pessoas. Neste capitulo Brabo diz que: “a nova e irresistível onda é a dos livros que mudam pessoas”. Brabo destrói esse mito, quem comprar saberá os porquês.

Ahh e falando em mito, referindo-se ao título desde post, já estava me esquecendo, a única desmitificação a ser feita em Paulo Brabo esta no nome, pois de brabo ou bravo não tem nada, pessoalmente é amigável e de um coração grande que transborda alegria, próprio dos habitantes do Reino do Deus.

Não gostou da interpretação deste blog? Veja outras versões do mesmo acontecimento nesses outros links.

Versão oficial da editora: reportagem da Mundo Cristão

Versão do presidente do fã clube do Brabo: Volney Faustini

Versão do público participante: JIPS

Versão do panfletário mor da Bacia: Lou Mello

Abaixo segue mais algumas fotos que fiz nesta noite que, segundo me confessou Paulo Brabo, foi surreal. Fotos de todo o evento podem ser conferidas aqui neste link registradas pela lente de Decio Fotografo que fez a última foto deste post onde o autor deste texto no final do encontro se junta ao autor do Bacia das almas para este registro na história.

Kivitz pergunta de qual igreja Paulo Brabo é um ex-dependente?

Público diversificado: galera atenta ao debate

Trio ouve as tentativas de explicação de Brabo

A Bacia das Almas é repositório final de ideias condenadas à reformulação eterna

Enquanto ouve a leitura, Brabo reformula as idéias eternamente em sua mente

"Este encontro foi surreal" Paulo Brabo

No final seguindo o contrato, a fila dos autógrafos

Paulo Brabo não perdeu a oportunidade de sair na foto comigo rss...

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O Livro mais mal-humorado da Bíblia

Dia 22 de agosto ocorreu no auditório da Livraria Cultura do Bourbon Shopping Pompéia, em São Paulo o lançamento do mais novo empreendimento literário de Ed René Kivitz, publicado pela editora Mundo Cristão a obra tem o título: O Livro mais mal-humorado da Bíblia.

O Livro que contém 224 páginas nasceu de uma compilação de uma série de sermões realizados pelo autor sobre o livro bíblico de Eclesiastes.  Abaixo algumas fotos que realizei no evento, e também o vídeo da campanha publicitário do livro.

Kivitz explica as razões que o levaram a escrever sobre Eclesiastes

Kivitz explica as razões que o levaram a escrever sobre Eclesiastes

Amigos e leitores prestigiaram o lançamento do livro

Amigos e leitores prestigiaram o lançamento do livro

Fila: dezenas e dezenas de autógrafos e dedicatórias

Fila: dezenas e dezenas de autógrafos e dedicatórias

Vídeo da campanha publicitária do livro

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Registrando momentos (02)

Ontem Participei de mais um encontro do 2º Fórum Nacional de Cristianismo Criativo. Patrocinado pelo Portal Cristianismo Criativo e pela Editora W4 que está lançando o livro “Viciados em mediocridade” de Frank Schaeffer. O encontro esta sendo realizado toda sexta-feira do mês de novembro no auditório da livraria Cultura no Shopping Market Place. Semana passada o tema foi: Viciados em Mediocridade? O encontro foi com músico João Alexandre e a psicóloga Taís Machado.

 

Ontem a temática foi: Mediocridade no teatro? Participantes foram o músico, compositor e poeta Stênio Marcius e o ator, chargista e blogueiro Wilson Tonioli. As entrevistas e debates estão sendo conduzidos pelo jornalista Sérgio Pavarini. Segue fotos registrando alguns momentos de ontem.

 

debate

No palco conduzidos por Sérgio Pavarini  o debate sobre Mediocridade
no teatro rolou com o ator Wilson Tonioli e o músico/compositor Stênio Marcius

 

stenio_e_glauber

Stênio Marcius e Glauber Plaça, música de qualidade na II edição
Nacional do Fórum Cristianismo Criativo realizado no Market Place

 

esquete

Pai e filho: esquete realizada por Wilson e Filipe Tonioli antes do debate
parodiaram diversas expressões e terminologias do mundo “evangeliquês”

 

quarteto

Fim do evento, antes do apagar das luzes houve tempo para a
foto: a atriz Kedma, meu primo Cleoci, eu e Ségio Pavarini

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