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CMESP 2012 – Missão na Íntegra – Conferência Missionária do Estado de São Paulo

Ariovaldo Ramos recebendo Marina Silva para um bate-papo na abertura da Conferência

Ariovaldo Ramos recebendo Marina Silva para um bate-papo na abertura da Conferência

Participamos do CMESP 2012 – Conferência Missionária do Estado de São Paulo, realizado entre os dias 05 e 10 de novembro de 2012 na cidade de Araçatuba/SP.  Entre os palestrantes, estiveram presentes Ariovaldo Ramos (anfitrião), Antonio Carlos Costa, Carlinhos Queiroz, Ed René Kivitz, Fabricio Cunha, Hernandes Dias Lopes, Marcelo Gualberto, Marina Silva, Mauricio Cunha, Paulo Capelletti, Paulo Solanca, Ricardo Agreste, Ricardo Barbosa, Ricardo Bitun, Ronaldo Lidório, Viv Grigg e Ziel Machado.

Clique aqui e veja o álbum de fotos completo que realizamos do evento

CMESP 2012

CMESP 2012

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René Padilha participa do encontro da FTL em São Paulo

Na manhã de 27 de maio, o Seminário Servo de Cristo, no bairro de vila Mariana em São Paulo,  abriu suas portas para receber mais um encontro da FTL – (Fraternidade Teológica Latino Americana). O Encontro foi singular, pois estava presente um dos fundadores da FTL, o teólogo René Padilha.

René Padilha, nasceu no Equador, mora em Buenos Aires, é PhD em Novo Testamento pela Universidade de Manchester no Reino Unido. Cerca de 200 pessoas estiveram no encontro onde Padilha palestrou sobre o tema: Missão Integral: de volta as origens. Após sua fala, Ed René Kivitz, também teólogo, apresentou uma reação apontando conceitos e fundamentos sobre a teologia da Missão Integral. A Organização do encontro foi da secretária executiva da FTL-Brasil em parceria com a FTL núcleo São Paulo. (fotos: Alex Fajardo)

René Padilha - Encontro FTL no Seminário Servo de Cristo

Plenária lotada - Acadêmicos de diversas áreas participaram do encontro

Wilson Costa, secretário nacional da FTL apresenta Ed René Kivitz

Encontrou durou mais de duas horas: Público atento

René Padilha realiza anotações de conceitos e fundamentos sobre a teologia da Missão Integral apresentados por Ed René Kivitz

Ao final do encontro os coordenadores do núcleo São Paulo da FTL (Fabricio Cunha e Robinson de Souza) realizam sorteio de brindes para os cerca de 200 participantes do encontro

Leia + sobre a FTL

Líderes evangélicos discutem formação de uma rede nacional

Os participantes em oração pela igreja brasileira: Durvalina Barreto Bezerra do Betel Brasileiro intercedendo ao microfone

Dia 14 de dezembro de 2009 ocorreu na IBAB (Igreja Batista de Água Branca) um encontro de 90 líderes do protestantismo nacional representantes de entidades, organizações e instituições. O Intuito do encontro é a criação de uma aliança em formato de rede que agregue todos. A Reunião foi convocada pelos líderes Ariovaldo Ramos (Missão Integral), Bertil Ekstrong (WEA), Débora Fahur (RENAS), Fabrício Cunha (IBAB Jovem e Usina 21), José Libério (Toca do estudante), Luiz Mattos (ALCEB), Silas Tostes (AMTB), (Visão Mundial) e Welinton Pereira (Visão Mundial).

A Reunião teve início as 09:00hs e foi aberta por Valdir Steuernagel que agradeceu a todos que foram chamados e trouxe uma palavra de gratidão, em seguida passou a palavra para Ed René Kivitz que trouxe uma palavra reflexiva sobre o texto do evangelista Mateus 4.23 – Ed René discorreu sobre o fracasso dos modelos socialistas e capitalistas e que o mundo clama por algo e que o evangelho não propõe apenas um outro mundo possível mas um novo ser humano possível, disse que participa da reunião com sentimentos misturados e fez um alerta dizendo que sofre arrepios quando a palavra representatividade é utilizada no meio evangélico, pois buscam o reconhecimento da Rede Globo apenas, que ele crê que este encontro não quer isto, pois as figuras do Reino de Deus são de subversão e muitos perderam o caminho da fermentação e abraçaram o caminho da pretensão. Alertou que a rede deve procurar articular a igreja para o serviço e não para a representatividade, é uma rede que coloca a toalha na mão do povo de Deus, a rede não deve se articular para salvar o movimento evangélico, pois se ele esta morrendo, deixe que morra. Quem fará parte desta aliança? Pergunta Kivitz, ele próprio responde, quem esta servindo e quer servir! “O que deve nos trazer aqui é a multidão que agoniza e não o movimento evangélico” afirmou o pastor que finalizou reforçando “Que estejamos aqui com a motivação de criar uma rede de solidariedade e serviço e não de representatividade.”

Em seguida Valdir Steuernagel passou a palavra para o sociólogo Paul Freston que apresentou dados sobre o Brasil e os evangélicos. Trouxe um histórico dos movimentos que buscavam representar os evangélicos e tempos passados e com erros e acertos passados disse que “O modelo não pode ser o do personalismo de um líder carismático, que exige-se um esforço muito grande, pois para ter lastro e duração é preciso contar com pessoas capacitadas que se disponham a gastar tempo para dar densidade ao processo de maneira que a Aliança tenha organicidade.” Dentre suas palavras informou que ninguém controla a imagem pública, não temos controle sobre o que a mídia vai divulgar sobre nossa imagem articulação ou movimento. (O que Paul Freston disse na reunião sobre a mídia já pode ser constatado um mês depois do encontro em alguns blog`s franco-atiradores)

Logo após houve um momento de oração específica por 5 pontos: 1 – Oração pela unidade da Igreja; 2 – Oração pela liderança evangélica; 3 – Oração por uma Igreja comprometida com os valores do Reino de Deus;  4 – Pela Aliança que esta se formando e 5 – Pelos Seminários, Faculdades e Escolas e institutos de formação de obreiros existentes no Brasil

Em um segundo momento houve a apresentação de Débora Fahur da RENAS (Rede Evangélica Nacional de Ação Social) que explicou como funciona o modelo de rede em contraste com o modelo clássico da pirâmide, pois a rede tem a característica importante da horizontalidade que é entendida como uma qualidade de relações que se dão fora do contexto dominação/subordinação que é o resultado e produto do acionamento simultâneo de alguns valores como: respeito a diferença e a diversidade, à autonomia, ao reconhecimento da interdependência, à co-responsabilidade e à colaboração, expressos em práticas de gestão da rede nos relacionamentos entre membros.

A proposta do modelo de formação e funcionamento em rede já existe, o que não foi decidido ainda na reunião é o nome da entidade, provisoriamente estão chamando de uma Aliança Evangélica, pois desde os tempos da extinta AEVB (Associação Evangélica Brasileira) os evangélicos de linha histórica não se reuniam para uma representação em conjunto.

O bispo anglicano Dom Robinson Cavalcanti que se deslocou do Recife para participar do encontro disse que (vídeo neste post) “A representatividade não é uma escolha; é uma consequência sociológica”, e brincou com os números onde diz que a noiva de Cristo se tornou um harém de tanta igreja existente. Jasiel Botelho presente na reunião não perdeu a oportunidade de realizar uma charge da constatação (reproduzida abaixo neste post)

Um dos organizadores do encontro, o pastor Fabrício Cunha em entrevista para este blog ao elaborarmos a matéria, quando questionado sobre a importância do evento disse que “A Associação, Alianção, Rede ou Confederação é um importante passo numa caminhada que já tem lastro, história e legitimidade por conta da antiga CEB (Confederação Evangélica Brasileira), que atuou de forma efetiva entre os anos 30 e 64, quando foi inviabilizada pela ditadura militar. Precisamos ocupar alguns espaços que reclamam maior presença cristã e pedem por representatividade, que pode ser feita de forma saudável ou não. Por isso nosso sentimento de pertença à história. Fazemos parte de uma caminhada e não queremos inaugurar nada que já não tenha existido e que não represente uma reação a uma demanda de nosso tempo, a de, enquanto evangélicos, trabalharmos para que as pessoas se pareçam mais com Cristo, as relações sejam mais baseadas no paradigma trinitário e a sociedade baseie seu modus operandi na agenda do Reino de Deus.”

Neste post vale relembrar a Confederação Evangélica citada por Fabrício que nos informou que A CEB foi inaugurada em 1930 com o papel de representar o segmento evangélico e formar um órgão cooperativo em vistas da construção de uma identidade evangélica nacional e de projetos que fossem comuns, acompanhando os passos na América Latina após o Congresso do panamá em 1916.  Era formada por secretarias, das quais se destacou a célebre Secretaria de Ação Social, liderada pelo pastor Erasmo Braga. Convocaram uma seqüência de encontros nos anos 50 e 60, dos quais se destacou a Conferência do Nordeste em 1962, com o tema “Cristo e processo revolucionário brasileiro”. Foi inviabilizada em 1964 pela ditadura militar e reaberta  em 1987 sem o mesmo intuito e motivação.

Uma das bases confessionais para o encontro foi o Pacto de Lausanne, declaração de fé da ALCEB e o código de ética da Aliança Evangélica Mundial, sobre os fatores que motivam a caminhada dos que participaram do encontro, são três:

1. A absoluta necessidade de responder ao chamado do Evangelho no contexto de significativos setores da igreja brasileira dos nossos dias e no nosso contexto.
2. A percepção comum e imperativa de que necessitamos uma espécie de aliança que seja agregadora, ágil e representativa e, ao mesmo tempo, possa existir com o mínimo de burocracia e custos.
3. A busca por uma aliança que congregue redes já existentes, no objetivo de que elas sejam a nossa voz e expresse a nossa realidade, tanto no Brasil de hoje como em relação aos processos de representatividade externa a que somos chamados nestes nossos tempos.

Vale ressaltar que a reunião não esta sendo formada em nome de uma pessoa ou igreja específica, pois diversas entidades participaram do encontro na forma de associações, faculdades, institutos e organizações como AMTB, APMB, Convenção Batista Nacional, ABUB, MPC, JV, FLAM, Seminário Teológico Servo Cristo, Visão Mundial, Igreja Episcopal Anglicana, Movimento Encontrão ligado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, Fórum jovem de Missão Integral, Revista Ultimato, W4 Editora, Rede Fale, RENASFTL – ContinentalCompassion, Seminário Betel Brasileiro, Missão AVANTE, Missões Quilombo, Desperta Débora, Toca do estudante, Instituto Anima.

A Mídia cristã se fez presente através de Klênia Fassoni da Revista Ultimato, Whaner Endo do Portal Cristianismo Criativo e entre diversos blogueiros este aqui que escreve este post.

A reunião que durou quase 5 horas finalizou com uma carta de princípios que diz que a aliança é uma “rede que visa ser expressão de unidade de cristãos evangélicos no Brasil e de ação, reflexão e posicionamento evangélico em questões éticas e de direitos humanos”. Silas Tostes foi o redator da carta que captou diversas sugestões dos pequenos grupos que se reuniram por cerca de uma hora para elaborar as indicações e debater os princípios que nortearam a futura aliança, a carta ainda é provisória. Segundo o facilitador da reunião, Valdir Steuernagel houve uma rica discussão em torno da proposta e que a próxima reunião ainda não será a de fundação pois reconhecem a necessidade de maior diálogo e formação de mais líderes em volta da proposta. O próximo encontro será realizado entre os meses de maio e julho de 2010 em local a ser definido ainda pelos organizadores.

Texto, fotos e vídeo Alex Fajardo

Luterano Valdir Steuernagel e o sociólogo Paul Freston

Paul Freston: “Funções públicas vão acontecer. As instâncias sociais querem saber o que os evangélicos estão fazendo e pensando. E não há interlocutor. Este vazio será certamente preenchido por alguém. Como fazer isto sem ingenuidade sociológica, mas sem perder o idealismo do Evangelho?”

Valdir Steuernagel , Fabricio Cunha, Robinson Cavalcanti e Key Yuasa observam palestra de Paul Freston

Key Yuasa (Curitiba, Igreja Holliness) orando pela unidade da Igreja

Key Yuasa de Curitiba da Igreja Holliness ora pela unidade da igreja brasileira

Fabricio Cunha que faz parte da nova geração de líderes da igreja brasileira explica os diversos nomes sugeridos para a futura aliança

Ricardo Agreste da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera em Campinas conversa com Valdir Steuernagel sobre pontos da Carta de Princípios da futura rede

O Bispo e o pastor: Robinson Cavalcanti e Ed René Kivitz dialogam sobre o movimento

Participantes se dividiram em grupo para propor pontos na Carta de princípios

Diretor nacional da Mocidade para Cristo (MPC) Marcelo Gualberto se deslocou de Belo Horizonte para o encontro

Pr. Cláudio Ely Dietrich Espíndola -representando a Convenção Batista Nacional também analisou a Carta de princípios

Ao centro da foto o pastor Rogério Quadra ligado ao Fórum Jovem de Missão Integral e obreiro do Instituto Papel de Menino, que desenvolve um trabalho junto aos menores infratores da Fundação Casa também esteve presente

Presbiterianos: Ricardo Barbosa de Souza pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto em Brasilia, conversa com Hilton Figueiredo da Fundação Grão de Mostarda e do Seminário Servo de Cristo

Exército da Salvação também esteve presente no encontro

Todo evento foi registrado pelo pastor José Libério da Toca do Estudante: futuramente material será disponibilizado em DVD

Silas Tostes presidente da Associação de Missões Transculturais Brasileiras é o responsável pela redação da Carta de prinípios

Chargista Jasiel Botelho esteve no evento representando os Jovens da Verdade e a FLAM

Modelo em rede substitui o modelo piramidal

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Desmitificando Paulo Brabo e sua Bacia das Almas

A Bacia das Almas o livro: lançamento em São Paulo

Brabo não tirou as sandálias

Paulo Brabo se deixou corromper pelo sistema capitalista/calvinista/neoliberal e abriu os braços para os confetes que voaram em sua direção, abandonou o monastério e incorporou a celebridade efêmera deste mundo. A quem diga que desde o primeiro livro lançado esse ano, Brabo já tinha vendido a alma ao enganador. Aliás, cá entre nós, quem em sã consciência realiza o lançamento de dois livros em um espaço menor que quatro meses?

Quem esteve presente pode ver o mocinho virar bandido, o palco desta tragicomédia foi o auditório da livraria Cultura no shopping Market Place na cidade de São Paulo.

Para quem ainda não esta entendendo a gravidade do assunto, Paulo Brabo que vive no monastério de São Brabo nos arredores de Curitiba, transmite seus escritos pelo site Bacia das almas que tem por lema “Onde as idéias não descansam”, bandeira esta que foi traída, pois as ditas idéias agora descansam em paz em um livro de 336 páginas lançado pela editora Mundo Cristão cujo título é A Bacia das Almas. Desrespeitando seus princípios, a ousadia ultrapassou limites, pois Brabo não se absteve em utilizar técnicas de puro marketing e grifa no sub-título do livro: Confissões de um ex-dependente de igreja. Pronto !! Só neste ato impensado, Paulo Brabo perde pelo menos 50% dos poucos leitores simpatizantes que tinha conseguido arregimentar nesses últimos anos em seu site.

A Confirmação disso tudo pode ser constatada na quantidade de público no local do evento. Lotação total da casa. A Conclusão lógica disso é que a derrocada de alguém sempre trouxe ibope, ainda mais no meio cristão. Aliás, sua estrela começou a apagar quando entrou no palco e ignorando o mandamento divino de tirar às sandálias (seguidos pelo profeta Móises) Paulo Brabo em nenhum momento as retirou de seus pés, mostrando falta de respeito para com todos e tudo.

O Público presente era de todas as tribos, passando rapidamente os olhos pela platéia podia se observar a diversidade da galera, indo desde rev. Sandro Baggio do Projeto 242, passando por Alex Dias Ribeiro ex-corredor da Fórmula 1 e indo para os jovens da igreja Presbiteriana Seoul Coreana do Brasil, apenas para citar alguns exemplos.

O evento ocorreu em forma de um debate sobre as idéias de Paulo Brabo, incumbido de mediar o tom das acusações estava Ed René Kivitz representando o clero. Representando a academia estavam Lourenço Stelio Rega, mestre em teologia, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo e o professor doutor Jung Mo Sung, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo.

Kivitz não se conteve em apenas mediar o debate e logo no início manda uma direta para o autor; quer saber qual igreja Paulo Brabo se diz ex-dependente? Brabo por sua vez constrói uma resposta que segundo ele é óbvio demais e diz ser todas pertencente a esse sistema religioso que existe hoje, e apelando para o uso de técnicas de argumentação contra-ataca Kivitz perguntando se ele é dependente da igreja? Kivitz responde que não e inverte a pergunta rapidamente, indagando que mal terrível haveria em ser um dependente de igreja?  …… Ávidos leitores a partir deste momento, não poderei continuar narrando o ocorrido por forças contratuais. (ou você acha que apenas o Brabo se vendeu ao sistema capitalista existente hoje?)

Por último vale registrar que o conteúdo do livro não esta todo no site  Bacia das Almas, pois senão seria um tiro no pé dado pela editora junto com o autor. O livro tem um capitulo inédito que o leitor não encontra na internet, com o polêmico título: Os Livros não mudam pessoas. Neste capitulo Brabo diz que: “a nova e irresistível onda é a dos livros que mudam pessoas”. Brabo destrói esse mito, quem comprar saberá os porquês.

Ahh e falando em mito, referindo-se ao título desde post, já estava me esquecendo, a única desmitificação a ser feita em Paulo Brabo esta no nome, pois de brabo ou bravo não tem nada, pessoalmente é amigável e de um coração grande que transborda alegria, próprio dos habitantes do Reino do Deus.

Não gostou da interpretação deste blog? Veja outras versões do mesmo acontecimento nesses outros links.

Versão oficial da editora: reportagem da Mundo Cristão

Versão do presidente do fã clube do Brabo: Volney Faustini

Versão do público participante: JIPS

Versão do panfletário mor da Bacia: Lou Mello

Abaixo segue mais algumas fotos que fiz nesta noite que, segundo me confessou Paulo Brabo, foi surreal. Fotos de todo o evento podem ser conferidas aqui neste link registradas pela lente de Decio Fotografo que fez a última foto deste post onde o autor deste texto no final do encontro se junta ao autor do Bacia das almas para este registro na história.

Kivitz pergunta de qual igreja Paulo Brabo é um ex-dependente?

Público diversificado: galera atenta ao debate

Trio ouve as tentativas de explicação de Brabo

A Bacia das Almas é repositório final de ideias condenadas à reformulação eterna

Enquanto ouve a leitura, Brabo reformula as idéias eternamente em sua mente

"Este encontro foi surreal" Paulo Brabo

No final seguindo o contrato, a fila dos autógrafos

Paulo Brabo não perdeu a oportunidade de sair na foto comigo rss...

Leia +

O Livro mais mal-humorado da Bíblia

Dia 22 de agosto ocorreu no auditório da Livraria Cultura do Bourbon Shopping Pompéia, em São Paulo o lançamento do mais novo empreendimento literário de Ed René Kivitz, publicado pela editora Mundo Cristão a obra tem o título: O Livro mais mal-humorado da Bíblia.

O Livro que contém 224 páginas nasceu de uma compilação de uma série de sermões realizados pelo autor sobre o livro bíblico de Eclesiastes.  Abaixo algumas fotos que realizei no evento, e também o vídeo da campanha publicitário do livro.

Kivitz explica as razões que o levaram a escrever sobre Eclesiastes

Kivitz explica as razões que o levaram a escrever sobre Eclesiastes

Amigos e leitores prestigiaram o lançamento do livro

Amigos e leitores prestigiaram o lançamento do livro

Fila: dezenas e dezenas de autógrafos e dedicatórias

Fila: dezenas e dezenas de autógrafos e dedicatórias

Vídeo da campanha publicitária do livro

Leia + sobre o autor

Semana Jovem IBAB 2009 – 1º dia

gerson borges

Ontem 14 de julho, aconteceu na IBAB o início da Semana Jovem 2009. Cerca de 400 jovens (cálculos realizados pelo IAEA – Instituto Alex de Estatística Aplicada. Baseado na técnica de Arquimedes de calcular o número de fileiras de bancos ocupados e multiplicar pelo número de pessoas em casa fileira, somando isso a raiz quadrado dos que estavam em pé .. enfim, acho que se eu vivesse na época de Davi, poderia ajudar ele a realizar o censo do povo, mas é lógico que as conseqüências nefastas do tal cálculo eu deixaria para ele se virar com Deus né) 

Enfim, voltando ao assunto aqui do post, ontem toda essa galera esteve para louvar a Deus junto com Gerson Borges, em um ambiente de jogo de luzes e clima intimista e convidativo, Gerson cantou clássicos da Música Popular Evangélica e apresentou algumas novas músicas de seu repertório.

O tema deste ano da Semana Jovem é: “Você tem sede de que? Você tem Fome de quê?” Ed René Kivitz inaugurou a série de pregações sobre o assunto, falando sobre sexualidade, com o assunto: “a gente não quer só comer, a gente quer comer e quer fazer amor” Em 53 minutos de mensagem, comparou o sexo a nitroglicerina pura dizendo que se vc não mexer com cuidado, ele explode na sua cara. Ed finalizou com a frase “O amor é o berço do melhor sexo, o sexo pelo sexo é o tumulo do melhor amor”. Creio que futuramente, igual no ano passado, as mensagens da Semana Jovem serão incluídas no site da IBAB e recomendo a todos ouvir a mensagem completa, para não ouvir algo fora do contexto geral para utilizar como pretexto.

Bom, segue neste post além das fotos que realizei, um vídeo do Gerson Borges interpretando um clássico do Josué Rodrigues, Salmo 45.

ed rené kivitz

Ed René Kivitz falou sobre o tema sexualidade

Borges

Após o fim da mensagem, Gerson Borges cantou seu sucesso: É de coração

Abaixo no vídeo,  música de  Josué Rodrigues: Salmo 45

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Debate sobre o livro A Cabana

ed-rene

Ocorreu ontem, noite de 27 de abril na IBAB um debate sobre o livro A Cabana de Willian P. Young. Ed René Kivitz atuou como mediador entre o pastor Ariovaldo Ramos e Ricardo Gouvêa, atual pastor da Igreja Presbiteriana do Limão. O debate faz parte do fórum de reflexão teológica que atualmente esta com o tema Deus no banco dos réus.

 

De minha parte sou suspeito a dizer sobre os debatedores, principalmente de Ricardo Gouvêa, que me auxiliou muito em uma fase difícil minha com a igreja, em 2005 participei com ele da Comunidade do Sumaré praticamente todos os domingos pela manhã, ouvindo e conversando com ele sobre igreja, espiritualidade, e amizade. Nosso último encontro faz uns dois anos e fiquei muito contente em rever ele e também de sua participação no debate ao lado de Ed René e Ariovaldo. Fiz algumas fotos que compartilho com todos neste post também.

 

O debate foi um ping-pong onde Ed René leu algumas perguntas da platéia e alternadamente os debatedores davam sua interpretação as questões levantadas. Entretanto antes das perguntas Ed René abriu espaço de 10 minutos para cada debatedor falar sobre sua impressão do livro.

 Ricardo Gouveia

Polêmico e instigador como sempre, Ricardo Gouvêa iniciou sua fala dizendo que o livro A Cabana do ponto de vista literário é uma obra medíocre demais. Que o livro nunca será um clássico da literatura cristã como foi, por exemplo, O Peregrino de John Bunyan. Gouvêa afirmou que William P. Young não é um homem das artes literárias, mas simplesmente um teólogo que escreveu uma obra de ficção apresentando conceitos sobre Deus. A responder uma pergunta de Ed René sobre o que o livro diz sobre o sofrimento, Gouvêa diz que o problema do sofrimento não tem solução e que o evangelho não tem obrigação de dar esta resposta e que devemos reconhecer que o sofrimento faz parte da raça humana e que o autor do livro mostra que Deus sofre conosco, sendo que o maior sofrimento foi feito com seu filho Jesus na cruz. Gouveia afirma, entretanto que o livro apesar de polêmico, é bastante conservador em sua teologia, pois falando sobre pecado original, trindade e soberania divina, apresenta os conceitos clássicos da teologia. É a velha história da salvação recontada de uma nova forma e roupagem. Gouvêa também diz que não gostou do final do livro “Happy End” em que tudo dá certo no final e o criminoso é preso. Gouvêa termina sua fala citando um trecho do livro na página 176 – “A fé não cresce na casa da certeza”.

 

Mesa debate sobre o livro A Cabana

Mesa do debate sobre o livro A Cabana formada por Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz e Ricardo Quadros Gouvêa

Ariovaldo Ramos disse não querer analisar o livro como obra literária, mas sim como um livro que apresenta uma visão sobre Deus e o sofrimento, pois no  quando Deus é questionado em relação ao que faria a respeito do sofrimento humano, a resposta é que Deus já fez através de Cristo na cruz. Ariovaldo explica que por ser de origem anglo-saxão, o autor é influenciado a terminar o livro com um final feliz. Ariovaldo afirmou que gostou da interpretação dada pelo autor em relação à trindade, pois ali esta o conceito de paternidade, maternidade e filiação.

plenaria

Fotos: Alex Fajardo Fotografia