Rápidos ao julgar e lentos ao admitir a culpa

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Creio que 70% de minhas leituras são feitas dentro do trem, no período de ida e volta para o serviço são no total 02h30min por dia dentro dos vagões da CPTM. Existem livros que simplesmente me arrebatam, e quando menos dou conta à estação em que desço já chegou.  

Esta semana, dentro do trem, próximo à estação Lapa, fui pego por um súbito de quão ridículo é o ser humano ao ler na página 145 do livro O poder terapêutico do perdão, as seguintes conclusões do escritor Ray Pritchard sobre os motivos que diariamente julgamos outros seres humanos. Sempre gostamos de:  

Exagerar pequenas infrações ou erros 

Maximizar os pecados alheios e minimizar os nossos

Tirar conclusões apressadas e negativas

Envolver-mos numa situação em que não deveríamos

Passar adiante relatos críticos sobre os outros

Ter forte tendência de considerar os outros culpados

Ser severos demais, mesmo ao fala a verdade

Acrescentar comentários pejorativos, ao contar uma história

Fazer pouco de um comentário maldoso dizendo: “Eu estava brincando”

Ser críticos e depois tentar encobrir o que foi dito 

Fazer um comentário maldoso e depois mudar rapidamente de assunto

Contar a muitas pessoas como outros nos magoaram ou ofenderam 

Sentir prazer ao condenar as pessoas 

Dizer a verdade com a intenção de magoar, e não de ajudar 

Rebaixar os outros a fim de melhorar a auto-imagem   

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