Qualquer pessoa que reclame para si a “melhor interpretação”, a “correta hermenêutica”, a “exposição do Evangelho verdadeiro”, deve ser posta sub judice.
O que temos são, no máximo, nuances cheios de impressões pessoais, de influência contextual, de intenções, de expectativas e de outras tantas influências externas que carregamos para nossa interpretação bíblica.
O melhor é, de forma sincera, dizer que “achamos que as coisas são assim”, expô-las como possíveis e vivê-las como quem acredita que são verdadeiras, semeando a vida com bom testemunho e nunca com imposição.
Acho assim…
escrito por Fabricio Cunha (o fotografado acima)
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