Aconteceu entre os dias 30 de junho e 03 de julho, na Igreja Metodista Livre no bairro da Saúde, a Semana de Reflexão Teológica na ABU – Aliança Bíblica Universitária – sobre o tema: “Acorda pra vida! O Desafio de SER na metrópole” Entre os palestrantes escalados estava Tais Machado, Gustavo da Hora e Ziel Machado. Eu pude ir apenas na quinta-feira onde estaria palestrando o Gedeon Alencar, filósofo e mestre em ciências da religião pela UMESP, docente do ICEC e autor do livro Protestantismo Tupiniquim palestrou sobre o tema Ser na diversidade.
Gedeon tratou do tema iniciando com um perfil histórico do viver em sociedade que poderia ser chamada de dualista, e que hoje esta pluralista, disse que “Quem não conhece a história, esta fadado a cometer os mesmos erros do passado” falando da igreja em seu contexto histórico e como fenômeno social religioso. Dizendo que a igreja tem que rever seus conceitos pois sempre tem apenas respostas moralistas, proibitivas e atrasadas para o contexto, basta lembra que em muitos momentos na história a igreja apoiou o nazismo, escravatura, ditadura e até o governo de Bush. Gedeon disse que a palavra “diversidade” não é uma palavra demoníaca como alguns pensam, pois existem crentes que insistem em associar a palavra ao movimento GLS. Diversidade está na bíblia, pois a própria criação de Deus não é homogênea.
Gedeon (foto abaixo) encerrou citando o início de Atos 3, informando que a liderança da igreja de Antioquia era de uma diversidade total, multicultural e multiétnica. Barnabé era um levita de Chipre, Simeão um negro pois era de Niger, Lucius um romano, Manaém criado na família real do sanguinário Herodes Antipas, e Saulo um ex-fariseu e cidadão romano.

Gedeon de Alencar palestrou sobre a Diversidade do Ser













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