Blog Alex Fajardo

Debate sobre o livro A Cabana

Abril 28, 2009 · 66 Comentários

ed-rene

Ocorreu ontem, noite de 27 de abril na IBAB um debate sobre o livro A Cabana de Willian P. Young. Ed René Kivitz atuou como mediador entre o pastor Ariovaldo Ramos e Ricardo Gouvêa, atual pastor da Igreja Presbiteriana do Limão. O debate faz parte do fórum de reflexão teológica que atualmente esta com o tema Deus no banco dos réus.

 

De minha parte sou suspeito a dizer sobre os debatedores, principalmente de Ricardo Gouvêa, que me auxiliou muito em uma fase difícil minha com a igreja, em 2005 participei com ele da Comunidade do Sumaré praticamente todos os domingos pela manhã, ouvindo e conversando com ele sobre igreja, espiritualidade, e amizade. Nosso último encontro faz uns dois anos e fiquei muito contente em rever ele e também de sua participação no debate ao lado de Ed René e Ariovaldo. Fiz algumas fotos que compartilho com todos neste post também.

 

O debate foi um ping-pong onde Ed René leu algumas perguntas da platéia e alternadamente os debatedores davam sua interpretação as questões levantadas. Entretanto antes das perguntas Ed René abriu espaço de 10 minutos para cada debatedor falar sobre sua impressão do livro.

 Ricardo Gouveia

Polêmico e instigador como sempre, Ricardo Gouvêa iniciou sua fala dizendo que o livro A Cabana do ponto de vista literário é uma obra medíocre demais. Que o livro nunca será um clássico da literatura cristã como foi, por exemplo, O Peregrino de John Bunyan. Gouvêa afirmou que William P. Young não é um homem das artes literárias, mas simplesmente um teólogo que escreveu uma obra de ficção apresentando conceitos sobre Deus. A responder uma pergunta de Ed René sobre o que o livro diz sobre o sofrimento, Gouvêa diz que o problema do sofrimento não tem solução e que o evangelho não tem obrigação de dar esta resposta e que devemos reconhecer que o sofrimento faz parte da raça humana e que o autor do livro mostra que Deus sofre conosco, sendo que o maior sofrimento foi feito com seu filho Jesus na cruz. Gouveia afirma, entretanto que o livro apesar de polêmico, é bastante conservador em sua teologia, pois falando sobre pecado original, trindade e soberania divina, apresenta os conceitos clássicos da teologia. É a velha história da salvação recontada de uma nova forma e roupagem. Gouvêa também diz que não gostou do final do livro “Happy End” em que tudo dá certo no final e o criminoso é preso. Gouvêa termina sua fala citando um trecho do livro na página 176 – “A fé não cresce na casa da certeza”.

 

Mesa debate sobre o livro A Cabana

Mesa do debate sobre o livro A Cabana formada por Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz e Ricardo Quadros Gouvêa

 

Ariovaldo Ramos disse não querer analisar o livro como obra literária, mas sim como um livro que apresenta uma visão sobre Deus e o sofrimento, pois no  quando Deus é questionado em relação ao que faria a respeito do sofrimento humano, a resposta é que Deus já fez através de Cristo na cruz. Ariovaldo explica que por ser de origem anglo-saxão, o autor é influenciado a terminar o livro com um final feliz. Ariovaldo afirmou que gostou da interpretação dada pelo autor em relação à trindade, pois ali esta o conceito de paternidade, maternidade e filiação.

 

plenaria

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66 respostas Até agora ↓

  • Paulo Cassiano // Abril 28, 2009 às 10:07 pm | Responder

    Valeu cara! Pena que um debate desse não tem como acontecer no RJ… ou tem?

  • Tom Fernandes // Abril 28, 2009 às 10:15 pm | Responder

    Alex, muito obrigado pela síntese do debate. O Gouveia realmente é instigador, mas muito sábio em sua argumentação.

  • Charles Fernando // Abril 29, 2009 às 1:39 am | Responder

    Estava conversando bastante sobre o livro esta tarde, meu amigo-irmão detestou… disse estar cheio de heresias, como o universalismo etc…

    Eu não vi heresias, eu vi uma ortodoxia que não esperava de um herege…

    Para um herege, ele até que se comportou (risos).

  • Walter Cruz // Abril 29, 2009 às 2:33 am | Responder

    E eu não li ;)

  • Cleoci // Abril 29, 2009 às 3:20 am | Responder

    esse é meu primo, parabéns pelo post alex.

  • loumello // Abril 29, 2009 às 12:09 pm | Responder

    Nossa que coincidência! Na mesma noite, participei de um debate sobre o mesmo tema. Estou perplexo! Ótima reportagem, como sempre.

  • Sarah // Abril 29, 2009 às 2:03 pm | Responder

    Bom dia irmão Alex!!!
    Valeu o post principalmente para pessoas como eu que não estiveram presentes, mas queriam muito ir!
    Se houver outros divulgue! Quem sabe um dia os horários coincidam para que eu participe!
    Até,
    Sarah

  • A Gruta do Lou » Blog Archive » A Cabana em debate // Abril 29, 2009 às 2:31 pm | Responder

    [...] 29th, 2009 by Lou Mello Não estava pensando em divulgar esse acontecimento, mas ao ler o blog do Alex Fajardo, essa manhã, resolvi fazê-lo, afinal não tínhamos um Alex presente em nosso evento. Agora, a [...]

  • Daniel // Abril 29, 2009 às 3:41 pm | Responder

    Achei o livro muito interessante. Uma boa apresentação do amor de Deus por uma raça que sofre.
    A repercussão entre não-cristãos tem sido grande e positiva.

  • Roger // Abril 29, 2009 às 5:41 pm | Responder

    Oi Alex,
    depois de ler o Young, o Volney e o Lou, acabei vindo parar aqui!

    Pelo que li em seu relato a crítica do Ricardo foi muito ácida! Parece esconder algum descontentamento (talvez inconciente)…

    Pessoalmente penso que a ousadia, originalidade e criatividade do autor na abordagem dos temas foram muito felizes. Combinam bem com a realidade de nossos dias.

    Obviamente não é o melhor livro que já li. Tem lá seus exageros e viéis norte americanos. Mas gostei de ler e recomendaria par amigos cristãos ou não cristãos, especialmente para esses últimos.

    Abrçs,

    Roger

  • Rodrigo Melo // Abril 29, 2009 às 8:54 pm | Responder

    Fui ao debate e gostei muito….

    Parabéns pelo post!

    A Paz!

  • Tatcats - Taty. // Abril 29, 2009 às 9:36 pm | Responder

    Partabéns pelo post primo, como sempre vc arraza! Ainda bem que consegui chegar a tempo ainda mais 3 ferras debatendo sobre um livro maravilhoso.

  • adriana // Abril 30, 2009 às 12:00 pm | Responder

    Amei o livro…recomendo…me sinto outra…principalmente no que diz ao ato de julgar.A força do amor reinando, isso é Deus.

  • Paulo Cruz // Abril 30, 2009 às 2:14 pm | Responder

    Saudações a todos.

    Infelizmente não pude ir ao tal debate; tinha mesmo algumas perguntas a fazer para os ilustres figurões do pensamento evangélico brazuca.

    (Vou reproduzir aqui mais ou menos o que já havia dito no Blog de meu amigo Volney Faustini).

    Eu li o livro…e não gostei!

    E não pensem os mais desavisados que não gostei por causa da teologia do Young, embora tenha achado-a rasa e pessoal demais. Trocando em miúdos, o que ele diz não se escreve; era uma história para seus filhos mesmo.

    Na verdade, para ser bem sincero, achei o personagem principal, o tal Mackenzie, inverossímil. Ele parece um “bebê chorão”, reclamando da vida. Alguém que se permitiu ficar “de mal” de Deus. Seus questionamentos são simplórios e beiram o ridículo. Isso sem desconsiderar a seriedade do que lhe aconteceu (a morte trágica da filha), absolutamente.

    Vou dar um exemplo:

    No filme “A Fonte da Donzela”, de Ingmar Bergman, ocorre algo bem parecido, mas com um desdobramento imensamente mais profundo (e Belo) do que o de Young e seu Mack.
    O personagem principal – um homem do campo – tem sua filha brutalmente violentada e assassinada por dois irmãos, à vista de um terceiro, uma criança, que fica apavorado; e mais, de uma maneira mais que banal: diversão. Porém, a atitude dele (o pai) é completamente diferente. Primeiro, porque os assassinos, fugindo, acabam pedindo guarida, por causa do frio, em sua fazenda; e ele, descobrindo o ocorrido (pois ofereceram para venda uma peça da cara roupa que a filha usava quando assassinada), mata os assassinos e o irmão menor (inocente); segundo, porque ele, quando encontra a filha morta na floresta, pede perdão a Deus e promete erigir uma Igreja naquele local, dizendo que apesar de não compreender porque Deus fez aquilo com ele, se renderia ao mistério divino. É um personagem forte, revoltado, mas muito consciente de suas limitações.

    Acho que só vendo o filme mesmo – que recomendo! – para entender o que quero dizer.

    Outra coisa engraçada é que, lendo Camus ou Dostoiévski (e tantos outros), que também costumam trabalhar com personagens em crises profundas de fé, não sinto esse tom infantil que senti em Mack. Muito pelo contrário, a força de um Ivan Karamázov, ou de um Meursault – de “O Estrangeiro” –, é praticamente insuperável.

    Tudo bem que é covardia comparar Dostoiévski com William Young (rsrs), mas, faço isso exatamente para dizer o seguinte: a idéia do Young pode até ter sido interessante, mas seu livro, para começar, não é o que podemos chamar de obra literária; nesse aspecto (na forma) é fraquíssimo. Acho que ele escreve mal. Se bem que a tradução pode não ter sido das melhores também.
    Há personagens muito mais maduros no cenário da literatura mundial, em situações semelhantes, mas que não carregam o jeito afetado do personagem de Young.
    Em relação ao conteúdo, um exemplo: quando vi o Mackenzie perguntando para Mamãe (o Deus Negra Gorda [sic] e Cozinheira) se ele tinha mesmo que perdoar o assassino de sua filha – coisa que qualquer cristão sabe (ou deveria saber) –, achei quase engraçado.

    Tudo bem, vale como ressalva um fato: os que alimentaram durante muito tempo os mesmos conceitos que levaram Mack (e Young) a uma crise de Fé, com certeza se identificaram com a idéia do livro. Agora, dizer que o livro é bom só porque, supostamente, quebra alguns paradigmas doutrinários – o que também não acredito – pode até ser uma coisa a se considerar, só não sei se é a única ou a principal.

    Agora, vai aqui uma afirmação que pode gerar controvérsias mais acentuadas, rs:

    Se o Mackenzie tivesse nascido em uma circunstância onde Deus precisa existir (no sertão do Nordeste, por exemplo), Ele existiria, independente da dor sofrida pela perda de sua filha. A isso alguns chamariam de escapismo; porém, os Antigos chamaram de Fortaleza, uma virtude cardeal.

    Permitam-me um exemplo em um poema de minha autoria:

    http://paulopoeta.blogspot.com/2008/11/um-neo-ateu-visita-o-serto-seu.html

    Finalizando, para mim, o comportamento do personagem de Young é típico do absurdamente pragmático “American Way of Life”.

    Pronto! Falei!

    Sem falar no Negra Gorda (?), que dá margem a discussões de outra natureza, que certamente alongariam essa já longa mensagem ao infinito (rs).

    Abraço e Paz,
    PC

    • Giselle // Agosto 27, 2009 às 8:15 pm | Responder

      adorei seu entendimento sobre o livro Paulo.

      Concordei muito com o que vc disse. Muito interessante. Muito bom encontrar alguém com opiniões semelhantes às minhas. Também achei o livro muito infantil e nem de longe se parece com uma obra literária.

      Abraços.

  • Karol // Maio 8, 2009 às 8:56 pm | Responder

    Nossa dificil dar uma opinião,Paulo Cruz la em cima ja diz tudo que gostaria de dizer ,e disse muito bem dito,resumindo,a cabana é uma fabula maú escrita e elaborada,eu que fiquei tão curiosa qdo me falaram desse livro fiquei louca pra ler,no inicio ela me prendeu,não conseguia deixar de ler,qdo ele chegou na cabana a coisa se tornou tediosa,totalmente sem conteudo,não conseguia nunca vencer o livro,ele simplesmente não acabava,ia se arrastando,só não entendo do pq de tanta polêmica a respeito desse livro,a ponto de valer um debate em uma igreja,livro esse que na minha opinião não é uma heresia,e sim um conto de fadas,só faltou gnomos e duendes, nem mesmo o autor sabe se foi verdade ou um ataque bipolar do personagem central,em suma…decepção e tédio profundo foi o que senti em relação ao livro,uma pergunta ao Daniel la em cima:repercussão entre não-cristãos ???o é que ser cristão exatamente??é ser evangélico??pq conheço poucas pessoas que não acreditam em jesus cristo,cada um a sua maneira claro,e todas merecem respeito,acho eu…o que é o livro,um chamamente evangélico então??afff
    parabéns pelo post,muito bem escrito e elaborado…paz e luz pra ti…K.P

  • The shack – A cabana caiu « Café na meia-noite // Maio 10, 2009 às 10:15 pm | Responder

    [...] IBAB [...]

  • Isaque // Maio 15, 2009 às 8:23 pm | Responder

    Postei em meu blog uma análise do livro a partir do ponto de vista de um Reformado. Se interessar:
    http://correioestudantil.blogspot.com/2009/05/cabana-caiu.html

  • Burghi // Maio 19, 2009 às 12:29 am | Responder

    Srs,

    Parabéns William P. Young!
    Vejo que muitos invejaram a grande obra “A Cabana”ofendendo de obra medíocre!!
    Vá em frente “projeto Missy”!
    Ofender uma obra literária é uma posição de muita covardia,pois,em toda obra há qualidades que fazem o ser humano mergulhar num processo de reflexão em busca de sabedoria.
    Burghi

  • Dani Marina Oliveira // Maio 19, 2009 às 6:52 pm | Responder

    A cabana não é um livro pra se ler por pessoas que entendem Deus e o tem já na sua filosofia de vida. A Cabana é um livro pra se viver e dar um ponto de partida para muitas dúvidas religiosas que nos cercam por variedades de pensamentos teológicos: Abraamismo · Acosmismo · Agnosticismo · Animismo · Antirreligião · Ateísmo · Dharmismo · Deísmo · Dualismo · Esoterismo · Teologia feminista · Gnosticismo · Henoteísmo · Humanismo etc o livro dá liberdade sim como um conto de fadas de se criar um Deus realmente efetivo na vida de cada um, um Deus libertador que transforma e cura. Ao ler o livro é preciso mesmo que na ficção nos colocarmos na situação do personagem, é preciso frente as informações deixar também que nosso inconciente vaguei pelas páginas procurando uma saída. Não importa se Deus era uma Negra gorda cozinheira, o que importa é a mensagem, que Deus esta ao seu lado, que Jesus é seu amigo e que o espírito santo é seu “eu” em transformação. Considero sim uma obra literária e mais além, uma boa obra em linguagem sobrenatural, que para os que desejarem modifica, reconstrói e liberta. Apenas não serve para os que se escondem atrás de uma capa da existencia de um Deus quadrado que cabe numa caixinha, com manual de instrução de como deve ser lido e deleitado. Parabéns pela obra William Young .

  • Paulo Cruz // Maio 19, 2009 às 7:35 pm | Responder

    Caramba! Esse William Young está conseguindo feitos notáveis! :-P

  • Isaque // Maio 20, 2009 às 11:29 pm | Responder

    http://www.sbpv.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=136:a-cabana-abrigo-para-a-alma-ou-barraco-teologico&catid=1:latest

    Dr. Carlos Osvaldo Cardoso Pinto (Ph.D. em Telogia pelo Seminário Teológico de Dallas, TX, EUA) comentando o livro…

  • tito2010 // Maio 27, 2009 às 11:00 pm | Responder

    A Cabana, eu lí e gostei. A opinião do Pr.Ricardo é tb preconceituosa, ele é lider -religioso,e presbiteriano, denominação religiosa tradicional que na opinião de Jesus em conversa com Mack não foi nada favorável, o livro quebra alguns paradigmas religiosos, isso talvez não agrade ao Rev Ricardo e vem então daí a sua crítica ácida que alguns idiotas acham corajosa e bem postada.
    Ariovaldo Ramos falou e falou bem. São experiências pessoais o questionamento de Marck com Deus, coisa que no nosso meio é “proibido” e até desrespeitoso. Me parece que falta leitura da Biblia, eu lí Jeremias 20 e fiquei pasmado em Jeremias chamar Deus de enganador e até amaldiçoar o dia do nascimento.
    É bom para a galera ler + a Palavra.
    Um abraço do Tito que gostou demais do A Cabana.

  • ricardo teixeira batista // Junho 2, 2009 às 10:00 pm | Responder

    Os leitores que leem este livro com espírito de oração, como sugerido no prefácio, conseguem captar sua mensagem. Os que leem com espírito crítico só prestaram atenção na forma literaria ou dogmas religiosos. Estes somente acrescentaram mais um livro em sua coleção.

  • Criação de sites // Junho 9, 2009 às 6:58 pm | Responder

    Parabéns pelo blog….muito legal as discussões.

    Abs

    Fred

  • Willame wlm // Junho 12, 2009 às 7:11 pm | Responder

    é interessante a forma diferente que as pessoas têem de interpretar um livro, mas no meu ponto de vista como cristão, acedito seriamente que de forma figurativa o autor entende pois descrever a trindade daquela forma foi a principio intrigante para mim, mas não demorou muito tempo para compreender a visão. Deus se expressa como quer, Ele criou tudo e tudo conhece então venha Ele em forma feminina ou masculina, sempre será o que é: imutável.
    o decorrer da estoria prende a atenção de quem está lendo e cada capitulo nos incita a querer ler o proximo então em termo de estrategia ele também é ótimo. a estoria nos passa uma mensgem de perdão para ter paz de vida e pra finalizar quero dizer que como um meio de evangelização esse livro pode ser um sinal de que as pedras já estão falando. …

    que Papai, Sarayu e nosso amado Rei Jesus sejam engrandecidos de todas as formas nas vidas das pessoas!

  • Não estou sozinho na Cabana « Café na meia-noite // Junho 22, 2009 às 1:37 pm | Responder

    [...] em posto de gasolina. Tem sido aclamado por pastores famosos  e alguns que um dia já o foram. Na IBAB é quase recomendado como livro de [...]

  • ELAINE // Junho 24, 2009 às 4:42 pm | Responder

    SIMPLESMENTE SURPREENDENTE ME ENCONTREI DEPOIS DE LER ESSE LIVRO !!!

  • maria // Junho 25, 2009 às 5:23 pm | Responder

    se você ler a biblia não precisa perde seu tempo com certos livros. Pois a biblia mostra tudo que o livro tentou passar no meu ver tentou mas deixou a desejar. Apalavra fala de AMOR JUSTIÇA, PERDÃO e etc leia a biblia pois é o livro mais completo do mundo e ainda nos traz sabedoria e voce ainda leva para seu dia a dia quem tem o conhecimento sabe do que estou falando. o nome do livro devia ser a VIAGEM.

  • MEL // Junho 25, 2009 às 7:38 pm | Responder

    Estou lendo o livro, não acho tão ruim assim. Não concordo com tudo. Mas Deus nos criou para a liberdade, e para que sejamos Dele com confiança, com fé. Quem não gosta de sonhar?Sonhar com Deus que te abraça, como se descreve no livro?Penso, que estamos nos tornando tão radicais, que não nos damos o direito de sonhar. Nem por isso deixei de ler a Bíblia, e passei a ver Deus de uma forma mais meiga.(rs)Deus nos quer, foi essa mensagem que o livro me passou até agora.

  • Nah // Junho 28, 2009 às 6:53 am | Responder

    Claro que ler a bíblia é muito importante, nada substitui esse Manual de sobrevivência.
    Ganhei esse livro de presente e posso dizer que foi o melhor q ja li. Ele mostra de maneira muito simples como é o olhar d Deus. Como nós nos limitamos, como realmente ele é imutável e está em todos os lugares e coisas…
    Comparar o livro com tantas obras citadas a cima acaba nao tendo sentido, ja q o livro nem foi escrito pra ser publicado. Dou graças por Deus ter permitido q ele fosse. Imaginar as coisas corriqueiras da vida como providência divina foi uma das mudanças causadas em mim por ele. As vezes não nos damos conta de q exatamente TUDO é acompanhado por Ele com Seus olhos de amor, nada passa desapercebido.
    O modo como Mack é tratado, tão intimo, inundou meu coração com um calor q eu nao quero deixar esfriar jamais.
    E como o Ricardo Batista disse, ler o livro com espírito de oração faz TODA a diferença. Por mais espirituais que sejamos, por mais que conheçamos a pessoa de Deus e sua palavra, temos em nós a lei do pecado e da morte q vem de Adão, isso não é novidade. Mas o Senhor veio e derramou sangue e agua, nos trouxe a lei do Espírito e da Vida!
    O livro é ótimo independente de como foi escrito ou traduzido. Sua mensagem transmite exatamente o q a raça humana precisaria pra chegar perto d uma vida santa: INTIMIDADE COM DEUS!!!

  • Fabinho Borges // Junho 28, 2009 às 8:26 pm | Responder

    Sem comparar com a biblia é obvio, foi o “Melhor livro que ja li ate hoje,Maravilhoso!!!
    Toda a polemica e controversias gerada,é uma grande prova que é algo de Deus,e as trevas nao gostaram nada disto.
    Desculpe-me os meus amigos e queridos pastores “Teologos detentores da verdade suprema”que durante anos tentam com sua hermeneutica exegese e omileticas desvendar a Deus,e com isto e em muitas veses criaram uma imagem ate severa e tirana de um deus que so existe nas suas filosofias.Com isto chutaram literalmente centenas de milhares de filhos de suas instituições religiosas,com pretestos apologeticos e doutrinario,frios e sem amor encheram as cadeias e esquinas de “filhos do Papai, machucados e feridos por este sitema religioso criado pelas mentes humanas,carnais egoistas dominadoras de poder,e se achando fazendo um favor para Deus.
    Deus sim como um Pai amoroso te abraçaria,traria lanche na cama para voce,responderia nossas mais toscas e inocentes perguntas, e dariamos boas risadas juntos,pois afinal Ele é Meu PAPAI…e seu |tambem,e ate dos teologos que tem coração quebrantado,e pensa errado pela pressão do sitema.LEIA O LIVRO DEZ VESES SE FOR PRECIZO, E RECUMENDE PARA OUTROS MIL,POIS ISTO É UMA REVELAÇÃO CLARA DAQUILO QUE JA ESTAVA NA BILBLIA,SO QUE NOSSA CEGUEIRA ESPIRITUAL NÃO NOS PERMITIA VER…os olhos da religião obscurecem nossa visão amorasa D’ele.
    Valeu por este espaço democratico,e desculpe-me por ser tão incisivo assim,este é meu jeito.

  • KALENIO // Junho 29, 2009 às 8:20 pm | Responder

    Simplesmente não se pode denegrir os conceitos religiosos das pessoas passando um Deus que encontra caminhos para resolver os problemas da humanidade independente do que ele creia, tem um caminhos e esse caminho chama-se Jesus, li o livro e a sensação que passa é que quando não encontramos o caminho que é Jesus ele dar um jeito de nos encontrar. Biblicamente muitas coisas não batem, como Deus chamar o assassino de filho, e a revelação exata de Deus para filho é quem recebe e a Jesus. Queira ou não a biblia dá um norte para todo entendimento de Deus, mesmo que isso simbolize o caminho exato (Doutrina básica) chamado Jesus. Não podemos simplesmente colocar liberdade no homem, se a principal regra para não sermos tão livres é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, fazendo isso cumprimos toda a Lei (regra) mas não é bem isso que o livro fala, simplesmente coloca o Deus dos mandamentos como um Deus que não gostaria muito de orientar seus filhos, a não ser pelo amor isso é meio perigoso. Não quero passar pra vocês da minha parte radicalismos, nem mesmo condenar o autor, tem uma liberdade que Jesus pregou, mas ela não poderia ser aplicada conforme o autor frisou: o amor dá liberdade. Queira ou não essa liberdade do livro vai deixar as pessoas mas convencidas que podem viver do jeito que quer, e não é isso que Jesus ensina. Além do mais, tem um pouco de contatos de homem vivo com mortos, doutrina espírita, por mais que tudo seja ficçao, mas ficção quer ensinar uma certa realidade.
    Perdão amados, isso é muito estranho pra o ensimo Cristão nosso, e não podemos abolir a palavra Cristão, é isso que está em Atos dos apostolos a todos que se une a Cristo.

    Muitas coisas precisam ser consideradas, claro, mas a principal dela é essência, considerar fazer parte de um povo escolhido por Deus, não por causa de um entendimento vago, desmentindo e desconsiderando o ensino do qual aprendemos sobre Deus, suas maravilhas. Coloque no seu peito querido, Sou Cristão, faço parte dessa gente que declara Jesus como Senhor e Unico Salvador, por ter ACEITADO o amor de Deus, tá faltando gente com coragem, para declarar isso, estamos enchendo o ventre com ensinos estranhos mesmos. Quem acha que os apostolos estão errados, considere somente a parte amorosa da bíblia, caso contrário, veja o estilo de vida para o povo que Deus escolheu, as cartas dos apóstolos adverte muita coisa, uma delas é doutrina estranha. E tem mais o detalhe não é conhecer somente de amor, é prática, e isso Deus não vai passar a mão, se você pode fazer o bem e não faz, peca.

  • Walter Cruz // Junho 30, 2009 às 4:33 pm | Responder

    Comentando o comentário do Fabinho Borges e a praticado a arte do auto-comentário. (Não li o livro, minha resposta, é no mínimo tendenciosa).

    Num certo sentido, poderíamos tomar A Cabana como o Zeitgeist dentro do Cristianismo. Estou lendo um livro chamado “O Culto do Amador” onde o autor fala de como a “cultura da web 2.0″ está destruindo a nossa cultura tradicional. Enfim, eu não concordo 100% com a idéia do autor, mas também não concordo com os nossos positivistas digitais, que pensam que a web, wikipedia, blogs vão mudar o jornalismo, as artes, a cultura, e isso tudo SEMPRE para melhor. Mas esse é o espírito de nosso tempo: saem de cena os especialistas e o nobre amador tem voz.

    E nesse sentido, A Cabana é a voz desse nobre amador de nossa época. Veja, o autor de “O Culto do Amador” usa a expressão num sentido pejorativo. Para mim, tudo bem: não se requer de fato que seja um especialista em religião para conhecer e falar de Deus: isso seria contra o próprio espírito do evangelho.

    Mas reparem o comentário de Fabiano: “Desculpe-me os meus amigos e queridos pastores “Teologos detentores da verdade suprema”que durante anos tentam com sua hermeneutica exegese e omileticas desvendar a Deus,e com isto e em muitas veses criaram uma imagem ate severa e tirana de um deus que so existe nas suas filosofias.”. A voz dos profissionais é percebida como fria, imponderável, falsa. E com razão, o falar de muita gente especializada pode aquecer a mente, mas não o coração. (Mas, sinceramente, duvido que o autor do comentário saiba o que é “omiletica”, hermeneutica e exegese).

    Dentro dessa nossa fé, o risco de uma significação apenas na mente, é muito grande. Mas a resposta de se elevar a um status maior um humilde homem, que apenas queria contar uma história para seus filhos, por ele não ser ‘teólogo profissional’, é apenas seguir o espírito de nosso tempo.

    Abraço!

  • Nah // Junho 30, 2009 às 5:40 pm | Responder

    Sobre o que Kalenio disse “Não podemos simplesmente colocar liberdade no homem, se a principal regra para não sermos tão livres é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, fazendo isso cumprimos toda a Lei (regra) mas não é bem isso que o livro fala, simplesmente coloca o Deus dos mandamentos como um Deus que não gostaria muito de orientar seus filhos, a não ser pelo amor isso é meio perigoso. ”

    Depede do q se entende por LIBERDADE..”onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”…liberdade em Cristo é basicamente algo q as pessoas buscam quando ja tem um convívio dentro d uma religião. Ja aceitaram a Jesus, fazem parte de um corpo, dentro dos próximos passos pra uma evolução espiritual, está a liberdade em Cristo. Ser tão conhecedor da pessoa do Deus triúno ao ponto de conversar com Ele onde quer que esteja.
    O livro mostra muito bem isso. Que não precisamos estar em um templo, ou no silencio d nossos aposentos pra nos encontrarmos com Ele, pq Ele está em todas as partes, coisas e lugares.
    A tal “liberdade” pode ser relativa. Pra uma pessoa q não tem principios cristãos, deixar d ir a uma festa pra ir a um culto jamais seria liberdade.
    Se uma pessoa tiver conhecimento d q o Espírito se encarrega de nos “incomodar” quando algo q nós fazemos desagada a pessoa de Deus, ela não viverá por ela mesma, mas somente estando em constante comunhão com Ele isso nos é revelado.
    O “DEUS DOS MANDAMENTOS” como foi comentado, é o mesmo Deus q nos amou como nós estávamos, em nossa condição de pecadores.
    Eu concordo plenamente com o q ele disse sobre “Não somente conhecer o amor, mas também pratica-lo.” Por isso é desnecessário sair por aí dizendo “eu sou crente!” Algumas pessoas reconhecem um “crente” pelo modo como ele vive, mas principalmente pelo exercício do amor.
    Desculpem o excesso. Há tanto pra se falar!
    Fiquem na PAZ de Deus!

  • Repiso // Julho 15, 2009 às 9:09 pm | Responder

    Afffff….Esse livro é nota 1000….
    particularmente,foi de grande ajuda para mim, Uma obra riquicima,e que quem sabe não vira um classico …
    E no proprio livro, na parte do Prefacio, está escrito: “Se você não gostar deste livro, e que na verdade ele não foi escrito pra você”

  • Nanyy // Julho 20, 2009 às 3:03 pm | Responder

    Estou lendo o livro, e na minha opinião, ele é muto bom sim, mas vai das pessoas terem o dicernimento vindo de Deus para saber realmente o que o livro está querendo nos passar, independente se é um conto de fadas ou não, o que importa é reter o que tem de bom, ao meu ver, nos ensina a ter mais intimidade com Deus e mostrar que o dialogo com nosso Deus é mais simples do que imaginamos… eu indico o livro e sei que foi feito para pessoas que entendem os mistérios do Senhor e que querem independente da forma estar mais proximos de Deus e de sua sabedoria. Ler a biblia é importante sim, isso é pra nossa vida inteira, mas não significa que não podemos ler um bom livro, ou ver um filme, em fim, estou lndo e quero parabenizar o autor, que Deus abençoe cada dia mais (aguardamos o filme: A cabana…)
    A paz….

  • Yury // Julho 21, 2009 às 5:26 pm | Responder

    Alex, esse debate foi gravado ou ainda, há alguma resenha sobre o mesmo que seja compartilhada ? Obrigado, Deus o abençõe !

  • Luciane // Julho 21, 2009 às 6:41 pm | Responder

    Li e amei o livro, pode até ser um pouco fictício para alguns… mas vale a pena buscar essa intimidade com Deus, intimidade a qual no faz olhar a trindade tanto com reverência quanto com liberdade, eu sou livre para ser sincero com Deus, mesmo que muitas vezes esteja sendo duro e preconceituoso. Deus me ama na minha imperfeição e me ama também quando sou sincero, não posso julgar ninguém como um bebê chorão… muitos não sabem da dor que é perder um filho, porém Deus sabe… e ainda que não soubesse não menospresaria a dor de um filho. Temos criado tantos limites para Deus que por vezes achamos que algo assim seria um conto de fadas com direito a gnomos, mas Deus vai além das nossas expectativas.. Ele é muito mais do que podemos imaginar…. amei o fato de Deus ter cuidado de cada detalhe da dor dele, e sempre com muito jeito para lidar com a situação… vamos evidênciar as coisas positivas, sobre o fato de Deus se limitar para olhar as nossas questões com os nossos olhos, de mostrar que Jesus mesmo sendo Deus na sua natureza, dia após dia abre mão de tudo para ser como eu e você, que o perdão não é esquecer nem tão pouco criar um relacionamento com essa pessoa que te machucou… Acho que as pessoas criticam porque acham que todos devam ser super heróis que conseguem passar por cima de qualquer dor e angústia sem demonstrar qualquer tipo de fragilidade, ou simplesmente mostrar que somos seres humanos limitados nas nossas forças… e que precisamos da Graça e Misericórdia divina para superarmos tudo isso… chorando… lutando…. crescendo…. Acho sim que Deus sofre com a nossa dor… não consigo ver um Deus duro e insensível que acha normal tudo isso que passamos. E se o livro termina feliz… Glória a Deus por isso… as pessoas estão tão acostumadas com o sofrimento que acham que tudo deve acabar mal… mas seguindo o mesmo pensamento do livro… quando Deus toma controle de nossas vidas, tudo termina bem.

  • marcio lima // Julho 28, 2009 às 3:50 am | Responder

    li o livro

    nao gostei pois nao sou afavor do liberalismo teologico.

    acho que o livro peca em muitos aspecto

    e bem verdade que tirei algum proveito do livro porem peca em alguns aspectos teologicos.

  • André // Julho 30, 2009 às 1:14 am | Responder

    A CABANA – Meu comentário

    Em resposta ao artigo do Pastor do Seminário Bíblico Palavra da Vida

    Lamentável esse artigo!!! Fraco, raso em questão de reflexão filosófico-teológica e não discerne em nada o Espírito do livro(a Cabana) e muito menos da Palavra(ou seja Jesus na Escritura e o verdadeiro caráter de Deus), apenas o autor “repete” dogmas e doutrinas aprendidos, que a igreja histórica (parada no tempo) repete durante séculos e que parece que são a base da vida deles… e eleitos como verdades universais.

    Para não dizerem que não conheço a doutrina ortodoxa e fundamentalista…todos esses dogmas…eu fiz maior parte da minha vida de uma igreja batista fundamentalista que defendiam todos essas doutrinas como se fossem palavras últimas! quando a maioria delas hoje para mim não passam mais do que interpretações da coisa.

    Universalismo

    “Só vai para o inferno quem disser: aqui é o meu lugar!” C.S. Lewis.
    O autor não explicita claramente essa crença…mas ele critica e desmonta esse sectarismo defendido por alguns grupos…essa exclusividade e arrogância. É óbvio para mim que existem milhares que não conhecemos e muito menos nem esperamos que estarão lá naquele grande dia e como redimidos por Deus. Exclusivamente porque viraram seus corações a Deus…e abriram sua vida para o amor..e a pratica dele..(evangelho)! Deus não está contido em estereótipos…e declarações verbais vazias…nem preso em conceitos doutrinários ultrapassados…Ele olha mais fundo ele olha o coração do ser humano…e Conhece suas ovelhas. Nem todos que negaram “aceitar” uma suposta “crença em Jesus” “ou um convite para fazer parte de uma igreja” por um evangelista receitando sua “cartilha do 7 passos”, rejeitaram o próprio Cristo. No fim só Deus mesmo sabe quem o rejeito verdadeiramente. Ao contrário que muitos religiosos…tanto do tempo de Jesus..quanto do nosso tempo(vide sacerdote e levita na parábola do bom samaritano) NÃO ENTRARAM no reino dos céus. Vivem idolatrando a BIBLIA e não Deus…e seu Deus é as doutrinas aprendidas. Nesses meios se estabelecem Dogmas e não existe reflexão…não há possibilidade de enxergarem que muita coisa que inculcaram são apenas interpretações da bíblia…e não verdades absolutas…são esquemas doutrinários…amarrações de versículos…colocando em pé de igualdade VT e NT…e Evangelhos. Existem palavras que são absolutas…e que saem da Boca de Jesus…TODO o resto da Bíblia tem que passar por seu crivo…tem que ser colocadas a luz da revelação final que é Jesus o próprio Deus. Portanto muitos que são seguidores e defensores das “doutrinas” para efeito de comparação aos tempos de Jesus doutores da Lei…não entraram no paraíso do Deus, enquanto muitos…viram do ocidente e oriente..como diz a palavra…pessoas que nem imaginávamos que entrariam. No livro o autor aborda essa questão…de uma forma sutil, mas apresentando um Deus que Ama MUITO mais do que pensamos e queremos que Ele ame. E que teve sua justiça totalmente satisfeita em Cristo na Cruz. Realmente, ele afronta os paradigmas da teologia tradicional tacanha..e restrita. Amigos Deus não vai caber na caixa de sapatos e interpretações que vcs dão a Ele. Creiamos Ele é maior e Ele é sim amor ao contrário de nós.

    Soberania e Liberdade Humana.

    Esse tema até hoje gera debates…e acho presunção de certas pessoas…especialmente “calvinistas” de plantão…Quererem bater o martelo nessa questão. Em vez de confessarem e assumirem uma postura de humildade diante de um tema tão complexo da palavra prefere ser donos da verdade arrogantes detentores de revelações “divinas”. Parece-me atraente o pensamento que Deus é soberano controlando tudo o que acontece e que o ser humano pensa que tem liberdade quando não tem. E que Deus mesmo controlando tudo nos mínimos detalhes…orquestra tragédias para cumprir seus propósitos. Esse pensamento para mim “parece” atraente e correto em relação a Deus…mas somente se crê nisso quem que um literalismo burro das escrituras sem o mínimo de reflexão e conhecimento verdadeiramente de DEUS e seu caráter. Sim falando em minha crença e a crença do autor do livro (pelo menos parcialmente apresentada no livro) Deus porcausa de SI MESMO, DO SEU CARÁTER e da SUA ESSENCIA concede LIBERDADE ao homem, obvio isso Deus não pode negar a si mesmo, não agira contrário a sua natureza que é segundo o apóstolo João AMOR que segundo Paulo ninguém pode medir a profundidade, largueza e alcance. Quem Ama deixa livre para escolher, para ir e vir e para retribuir ou recusar! Alguém ousaria dizer que Jesus não agiu assim? Ou será que Jesus impôs alguma coisa a alguém? Forçou alguém com “graça irresistível” a crer nele? Forçou ou coagiu seus discípulos a seguí-lo? Pelo contrário disse: “vocês também gostariam de ir?” Parafraseando Pedro: “não mestre para onde iremos nós? Só vemos vida nas suas palavras e ações…nós queremos ficar contigo!!” Alguém ousaria dizer que a postura de Jesus….sua “teologia” não é a correta? Não é a ultima palavra? Alguém ousaria dizer que “Jesus bonito, mas vc não pode esquecer o que seu Pai falou através de Moises, Jeremias, Paulo, etc” Mas Ele com amor e mansidão responderia: “filho, eu e o Pai somos um” quem “vê, ouve a mim vê, ouve o Pai que me enviou”. “Inclusive filhos, Ele não disse no monte da transfiguração que vocês deveriam ouvir a mim?” “Porque querem continuar ouvindo Moises, Elias?”. Portanto amigos, com toda essa paráfrase e brincadeira estou dizendo que vemos em Jesus a FACE REAL de Deus e temos em Jesus a palavra final de Quem e Como Deus é. Deus por amor não força nada a ninguém, não invade corações, não impõem sua vontade! Quem faz isso é o Diabo!! Deus, Ele mesmo, quer algo mais excelente, algo que perdure para sempre, uma aliança que não pode ser quebrada, uma aliança de Amor! Portanto (sem citar ninguém porque se a gente cita já viu) “A única resposta que Deus espera de nós é uma voluntária, uma resposta de amor” e “somente o amor gera essa resposta de nós”. O autor no livro quebra esse paradigma também da religião que Deus é seguido por medo e constrangimento, mas ele DEVE ser seguido por AMOR. E desde o Éden deu a opção ao Homem a de obedecer e ouvir sua palavra ou optar por não ouvir…e nós escolhemos o pior…e a conseqüência nos experimentamos todos os dias da nossa vida…em nós e no mundo que nos cerca. Diante disso…está desfeito o problema do mal, está desfeito o problema do sofrimento e desfeito todo essa “caricatura” do Deus onipotente que prefere catástrofes como a do Tsunami Asiático que matou centenas de milhares de pessoas pobres sofridas…ou será que preferem pensar que eles estava os castigando? Bom antes de me declarem open Teista Deus é onipotente sim, Onipresente sim, Onisciente sim, mas não da forma dentro dos conceitos humanos que criamos, Calvino pensou um Deus soberano dentro dos paradigmas humanos dele, um Deus como nós só seria soberano determinando tudo que acontece! Temos que rever nosso conceito de soberania. O autor do livro apresenta um Deus soberano e Onisciente sim, mas não dentro dos estereótipos paradigmáticos doutrinários dogmatizados da religião. Deus é amor! E quer que seus filhos escolham por Ele por vontade própria, livremente! Nisso há glória nisso Ele é glorificado verdadeiramente.

    A Bíblia

    é um livro que pode se tornar PALAVRA de Deus em nossas vidas. Segundo o verdadeiro conceito de inspiração, que ao contrário do que todo mundo pensa não é Inspirado soprado para DENTRO do profeta ou do livro, MAS para FORA do livro!! Ou seja, a PALAVRA de Deus mesmo pode ser soprado das páginas do livro da bíblia e tocar nossos corações. Portanto não é todos que lêem o livro são tocados por ele. E não na vida de todos que a bíblia se torna palavra de Deus. A bíblia não é um livro de Leis e doutrinas Elas “testificam de mim” palavras de Jesus ela aponta para Jesus, as escrituras são o servo de Cristo Ele está acima da própria palavra. Portanto a palavra de Deus na bíblia é Cristo, tudo fora Dele seja no evangelho, NT ou VT não é palavra de Deus. Entendido isso, pudemos observar que no livro o autor bate de frente com conceitos dogmáticos “bíblicos” que são revelações CADUCAS e INCOMPLETAS que tiveram apenas uma serventia por propósitos específicos e que conforme Hebreus caíram em sua vigência e depois da morte de Cristo se tornaram pequenas. Como a Lei e outras interpretações que a “igreja” hoje utiliza como ferramenta de controle. Portanto a visão da bíblia feita por Deus é correta e de acordo com a revelação suprema que é Cristo.

    IGREJA

    O Autor no livro literalmente joga fora, TUDO que é humano em questão de religião e forma e criação humana a respeito de igreja e Dele. Fica na essência do que Cristo criou mesmo, a Igreja primitiva que nada mais é que priorizar relacionamentos de amor para um ajudar o outro na caminhada. Ele realmente tem frase maravilhosas e observações que nos deixam pasmos olhando o relacionamento de Deus entre Eles espelhando o relacionamento que temos que buscar ter entre nós humanos…e ai que entra a Igreja de Cristo, um local de cura e relacionamentos verdadeiros e não local de ritos, tradições e doutrinas vazias de vida e amor.

    CONCLUINDO

    Poderia continuar mas não é preciso, concluindo o livro veio em boa hora em minha vida e senti Deus próximo como em poucas vezes que o senti em outras leituras. Em cada fala de amor e esclarecimento Deus me tocava profundamente o coração. Não avalio o livro literariamente e o livro não deveria ser avaliado com uma peneira farisaica e dogmática, mas com o coração aberto. Esse livro está tendo um alcance muito grande em meios seculares, pessoas que nunca quiseram ouvir sobre Deus o estão lendo, e muitos ateus que se tornaram ateus por causas desses dogmas burros criados pela igreja estão tendo iluminação por causa desse livro. Ele está tendo um alcance maior que milhares de livros rasos e sem vida, estereotipados dos evangélicos hoje. Uma das maiores obras evangelizadoras e um verdadeiro bálsamo para cristãos feridos e libertador para corações trancados e cansados pela religião vazia e sem vida dos nossos dias. Não espero que esse comentário seja levado em consideração por tradicionais, ortodoxos e fundamentalistas, porque a característica deles, como conheço por experiência, é a mesma das seitas sectária, exclusivista e arrogante, detentores da verdade absoluta que não é questionada, criticada e refletida. È apenas reproduzida e a assimilada como verdade engolida sem reflexão. São tão pobres que não vêem que suas verdades não se evidenciam nem em suas próprias vidas como nas vidas das pessoas que os cercam e do mundo de uma forma geral. Gente o mundo precisa saber que Deus é amor e não poder ou controle!! Precisam de misericórdia para poder escolher o caminho do amor também e não juízo, claro se crêem realmente que a misericórdia triunfa sobre o juízo.

    André Batista dos Santos
    Estudante das escrituras para encontrar a palavra de Deus para a vida.
    Formado em Gestão da Informação pela UFPR e Educação Física pela UFPR

    • Lilian Magda Silva // Outubro 28, 2009 às 4:29 pm | Responder

      André, concordo plenamente com você sobre o livro A CABANA. Esse livro para mim só fortalece a presença maravilhosa de PAPAI, JESUS E SARAYU em minha vida.

  • Elisangela // Julho 31, 2009 às 10:33 pm | Responder

    eu fico muito feliz em poder expressar o q eu sinto em relação a aeste livro e em relação a igreja. Bem o livro é otimo e desperta em nós um amor q não tem sido pregado em igreja nenhuma q eu tenha entrado ultimamente. Sou cristã a 20 anos e nunca vi uma descrição do amor de Deus tão profunda e tão arrebatadora. Lendo este lvro posso dizer q voltei ao primeiro amor q todo mundo prega mas ninguem pratica, o q irrita um pouco os nossos pastores mais tradicionas é que cai por terra exatamente isso o trdicionalismo e a religiosidade e Deus vira o centro.Eu amei ! e o meu filho também!

  • pedro novais // Agosto 5, 2009 às 6:35 pm | Responder

    quer dizer entao que nada da historia (estoria) é verdade ? mack e nda do que foi dito aconteceu de verdade ?

  • ruy leandro // Agosto 10, 2009 às 12:03 am | Responder

    estava escrevendo um belo texto sobre o livro para postar, mas acabei sem querer apagando tudo. Que pena! Mas talvez Deus não quisesse que eu postasse algo. Tudo bem Senhor. Mas fica aqui a minha ressalva: Parem de criticar ou julgar achando que vcs conhecem o Deus que ninguêm conhece. escrevam um livro para tocar nos corações das pessoas e ai então deixe o amor de Deus tocar nelas. O livro falou comigo e sei que mexeu com muita gente nesse mundo. Talvez a falta de amor ao próximo esteja surgindo de vcs mesmos, da mesma forma que os doutores da lei na epoca de Cristo mostrarm a falta de amor ao seu semelhante. Isso que digo não é filosofia não, é puro repudio a falta de compostura de vcs criticos que se acham os bam-bam-bans da teólogia. Deus continue usando tremendamente esse escritor, e que suas obras floressam muito mais com essas criticas. Porque “não se joga uma pedra numa árvore que não dá fruto.”
    R L

  • FABRICIO // Agosto 28, 2009 às 1:44 am | Responder

    não li o livro porque quando vou comprar um livro levo muito em consideração a editora, essa sextante não é do meu agrado, alem do mais na primeira vez que peguei o livro naõ senti desejo nenhum, acredito que seja o espirito de Deus me instruindo a não contaminar minha mente…

  • Silvania // Agosto 28, 2009 às 11:52 pm | Responder

    Bem!! eu estava louca pra ler esse livro, quando guanhei, fiquei um dia todo sem conseguir parar de ler, mas… chega em um ponto q fica chata, e faz perder o interesse de continuar,ñ é um livro cativante ate o final.ñ via a hora de chegar o final( ñ era para saber como terminou a história, mas… para acabar logo a fantasia)recomendo sim !!!mas… pule agumas páginas rsrrsrsrrssrrsr

  • Darcio Alves // Setembro 1, 2009 às 11:50 am | Responder

    achei muito rico o conteúdo do livro e ainda mais tocando em feridas de toda a humanidade.
    Gostaria de frizar que aprendi imensamente da obra e que irei ler uma vez por ano pois sei que irá acrescentar positivamente em minha vida.
    Só tenho uma pergunata que gostaria que alguém, principalmente o autor do site me respondesse:
    Na igreja aprendemos que Deus de fato abandonou seu filho, quando estava na cruz, pois o pecado do mundo estava sobre ele. Tanto é que Jesus sita um salmo clamando a Deus por ter lhe abandonado.
    E na cabana Papai diz que em nenhum momento abandonou a seu filho.
    Estou muito confuso e se não fosse por essa incoerência, para mim o livro estaria completo.
    Gostaria gentilmente que me explicassem sobre o assunto.
    Obrigado.
    Darcio Alves.

  • Wanderson // Setembro 1, 2009 às 7:58 pm | Responder

    Não li o livro, sempre antes de ler ou comprar algum livro procuro me informar e eu achei muitos blogs e debates dizendo se tratrar de um livro herético!

    Olhem esse blog:http://cristaoreformado.blogspot.com/2009/07/morte-do-discernimento-em-uma-cabana.html

  • José Pereira da Silva // Setembro 18, 2009 às 5:10 pm | Responder

    Se o pastor Gouveia tivesse lido a doutrina budista certamente não daria uma resposta ridícula dessas sobre o sofrimento. E , se , de fato, tivesse uma visão divina veria o que está escrito sobre Deus, de tal forma que nem a Bíblia o faz. Quantas coisas dessa natureza estão passando por debaixo dessa ponte e ela “por cima” não observa.

  • O Livro mais mal-humorado da Bíblia « Blog Alex Fajardo // Setembro 19, 2009 às 4:59 pm | Responder

    [...] Debate sobre o livro A Cabana [...]

  • Flavia Tommasi // Setembro 26, 2009 às 5:02 pm | Responder

    Adorei o livro….
    Como a biblia,cada um interpreta de uma maneira,é algo muito pessoal!
    O mais importante é a bela mensagem que o livro passa e,sinceramente,mudei alguns conceitos em minha vida após ler.

    Abraços a todos.

  • silvia // Outubro 1, 2009 às 1:30 am | Responder

    quem critica A Cabana, sinceramente não entendeu nada do que o livro se propunha. Infelizmente!

  • gustavo quireza // Outubro 2, 2009 às 12:06 am | Responder

    to gostando do livro, nos mostra um Deus intimo do homem, e que é possivel ter esse relacionamento intimo com ele. li as criticas acima e gostei muito do que falaram positivamente a rspeito do livro. cresci muito com o que falaram tb contra . porém nós temos uma visao muito tradicionalista de Deus. o Senhor nos criou para termos um relacionamento intimo com ele, pois o genesis diz que Deus descia para conversar com o homem. isso é se relacionar, se preocupar, enfim, de certa forma pelo que eu estou entendendo do livro, mostrar que Deus esta muito perto de nós, e as vezes como os nossos oculos tradicionalistas, não o vemos.

  • vall dias // Outubro 2, 2009 às 7:23 pm | Responder

    esse é o blog + interesante q já vi
    vc tem comunidade no orkut?
    forte abraço fica c/Deus

  • vall dias // Outubro 2, 2009 às 7:24 pm | Responder

    sobre o livro gostei

  • tatyane // Outubro 13, 2009 às 9:16 pm | Responder

    amei o livro.. e como o livro ja diz q é ficçao,nao entendo por quer tanto reboliço…é uma historia facinante,e recomendo para todos q conheço….nem esse nem outos livros entendera quem é Deus…….pois ele é ainda é um misterio facinante. o homem pode tentar, mas nao vai conceguir……..valeuuuuuuuuu

  • tatyane // Outubro 13, 2009 às 9:19 pm | Responder

    amei o livro.. e como o livro ja diz q é ficçao,nao entendo por quer tanto reboliço…é uma historia facinante,e recomendo para todos q conheço….nem esse nem outos livros entendera quem é Deus…….pois ele é ainda é um misterio facinante. o homem pode tentar, mas nao vai conseguir……..valeuuuuuuuuu

  • Mateus // Outubro 19, 2009 às 11:53 am | Responder

    Li o livro, minha famíla tbm e recomendo a quem quer que seja, e, como conclusão: além das questões que sempre preocuparam os homens no que diz respeito à religião, ao debatr e discutir, concretizamos o que o autor deixa claro no livro … religiões e instituições … pra quê? Basta permitir que a Trindade habite seu coração e nele faça morada! O resto? Será sempre resto!!!
    Paz e Bem!

  • debora ribas // Outubro 22, 2009 às 1:37 am | Responder

    Li o livro e achei interessante, realmente pode parecer heresia pra alguns, principalmente os conservadores. Como diz a biblia devemos reter o q é bom, o resto……… E foi bom a maneira como mostrou o relacionamento do homem com Deus, fez repensar muitas coisas. Dizer q foi o melhor livro q li é mentira mas confesso q mexeu com meus questionamentos e alguns deles foram ate resolvidos.

  • Wilson Ramiro // Outubro 31, 2009 às 9:25 pm | Responder

    Caros

    Caros amigos de Jó, Deus não deseja o sofrimento do homem, Deus ama a todos os homens de forma igual, este sofrimento “solucionado” debatido faz Deus sofrer, mas quantos seguirão para o inferno?? A estes Deus também ama, e muito ” O amor de Deus e sua graça não livrarão nenhuma alma do inferno” se esta não fizer o seu desejo de estar com Deus.
    O Livro é simplório e escrito para pessoas simplórias, não para pessoas de coração humilde atende o imediatismo daqueles cuja felicidade somente ocorrerá quando não existir sofrimento.
    Na paz.

  • PAULO GIL CONFORTIN // Novembro 10, 2009 às 1:35 pm | Responder

    Como é triste ver um estudioso das escrituras , perder o amor em nome da “ortodoxia”.
    Que troca paupérrima!

    E alguem aí me explique afinal o que é ortodoxia cristã!

    O cristianismo memso já foi muitas coisas:
    a comunidade dos discípulos ao redor de Jesus, a comunidade de discipulos sem Jesus fisicamente presente, o primeiro séculos dos mártires, o segundo e terceiro séculos do sincretismo com o culto pagão romano, os 1500 anos de catolicismo cheio de extravagâncias desde o ascetismo do deserto até a opulência dos papas.

    Que dizer dos menonitas e sua iconoclastia!
    E da pregação evangélica dos barbaros godos e visigodos culminando com a conversão de Teodorico.
    Que dizer dos montanhistas e suas línguas estranhas! De Márcion, e outras tantas diferentes interpretações , que embora a igreja de hoje tanto negue, não foram vistas em sua época como totalmente não cristãs (o fato de que uma linha venceu a outra, e vendeu uma imagem negativa para a história é uma outra coisa!)

    Fale-se de Lutero e sua luta contra a entidade política satânica tendo que se associar com o desejo de uma matança em guerra civil ( a coisa vai muito alem das 95 teses!)

    Que dizer de Calvino queimando Miguel Serveto em lenho verde! (só pra queimar mais devagar?)

    E as diferenças da “ortodoxia” não param aí.
    Há o cristianismo de Agostinho ( e seu neo-platonismo) , de Aquino (mais aristotélico), de Savonarola , dos fundamentalistas Escandinavos, …
    Há a beleza do entendimento de Francisco de Assis!

    Isto pra não falar do quase completamente ( a nós) desconhecido cristianismo Bizantino, a igreja Copta, Ortodoxa Grega, os que possivelmente foram evangelizados pelo discípulo Timóteo nas armênias e românias, o cristianismo Russo das catacumbas….

    Todos interpretaram Cristo ao seu modo, viveram sua fé no seu tempo, pagaram preços altos por isso, ou se venderam à política e ao dinheiro, cada um em sua época.

    A todos eles devemos legado, e chegamos aqui onde no Brasil existe um sincretismo evangélico-espírita-católico-unbandista ( IURD), e inúmeras outras vertentes evangélicas que vão dos cultos com véu (para as mulheres) , até o uso do “chofar’ e o louvor voltado para a parede.
    Que tal a “unção de toronto” com seus gritinhos animais!
    Isto pra não falar de inúmeras igrejas “gélidas” , vazias, sem amor ao próximo em nome da tal ortodoxia!!!

    Me poupem…
    O sujeito (Rev. ortodoxia) perdeu Deus e o Amor que se extravaza no livro, porque escolheu ver o que não interessava!

    È como disse Jesus: ” Cuou mosquito e engoliu Camelo…”

    E ainda vem me dizer que o cristianismo não tem que dar resposta sobre o sofrimento…

    Então vai dar resposta sobre o quê?

    Viva aquele que encontrou na comunidade e no Amor, a sua verdade sobre Deus!
    Pobre do miserável que confundiu Deus, com a teologia! Perderá Deus e seu amor, por um prato frio de lentilhas roubadas!

    Em minha opinião, deve-se aprender algo com Karl Barth : ” a teologia será sempre uma escrava, e o bom teólogo , nunca mais do que um mero estudante”

    VIVA A CABANA, E SEU CONFRONTO ENTRE UM AMOR INCOMPREENSÍVEL E UM SOFRIMENTO “quase” INCOMPREENSÍVEL!

    Paulo Gil Confortin – s.T.
    Estudante

  • marcela bernardo // Novembro 12, 2009 às 6:56 pm | Responder

    DEUS REALMENTE ISPIROU O AUTOR AESCREVER ESTE LIVRO É UMA HISTÓRIA LINDA COMO DEUS SE RELACIONA COM A HUMANIDADE NOS MOSTRA QUE DEUS SE IMPOTA COM NOSCO
    QUEM FALAR DESSE LIVRO ESTÁ LOUCO
    AS PESSOAS NÃO QUEREM ACEITAR UMA VISÃO DIFERENTE DE DEUS

  • Paulo Moreira // Novembro 13, 2009 às 2:24 pm | Responder

    Adorei o livro. Lindo.

  • “A Cabana” é primeiro lugar entre os livros de ficção mais vendidos | Pão & Vinho // Novembro 21, 2009 às 10:37 pm | Responder

    [...] informações sobre o debate podem ser lidas aqui. Quem quiser tirar suas próprias conclusões a respeito da obra, pode comprar o livro ou baixar o [...]

  • Lisandro André // Novembro 23, 2009 às 12:37 am | Responder

    Achei o livro muito bom não analiso do ponto de vista literário, ou gramatical, porém do efeito sobre minha fé e relacionamento com o Pai, serviu pra repensar e fazer uma analise do que faço e de que muitas vezes insisto em viver debaixo da lei, das cobranças e de um sistema que nos domina e cega. E esqueço o quanto Deus nos ama e quer relação pessoal e total com Ele, eu não julgo quem não gostou , apenas digo que me ajudou a enxergar melhor o que realmente vale a pena. E não e religião, dogmas, leis, e sim Deus na sua essencia e seu amor, o resto é resto.

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